Bloco central, versão Covid


Pedro Correia,

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Nasceu hoje, em Ovar, de parto natural, para deleite dos progenitores e do gentil obstetra que acompanhou os procedimentos na maternidade local. Aparenta robustez e já mama vigorosamente, segundo relatam as gazetas com base em relatos fornecidos por testemunhas presenciais do feliz acontecimento. 

Associamo-nos às congratulações generalizadas que têm emanado do Minho ao Algarve, sem esquecer as ilhas adjacentes, augurando desde já ao rebento uma vida longa, próspera e repleta de bênçãos terrenas e celestes.

A bem da Nação.

23 comentários em “Bloco central, versão Covid”

  1. Eu não votei neste governo, mas concordo com as afirmações de hoje em Ovar. Em Espanha as quezílias políticas pesaram muito no que correu mal, além da resposta tardia do governo. E em Itália aconteceu o mesmo. Paulo Portas até falou nisso nos comentários que fazia diariamente na TVI.

    1. Em Espanha o problema foram as “quezílias políticas”?
      Extraordinário.
      Pensava eu que tinha sido a extrema incompetência e a inacreditável irresponsabilidade do governo socialista-comunista. Que organizava manifestações com milhares de pessoas, incluindo várias ministras e familiares do primeiro-ministro, já com a pandemia à solta.

  2. Mas que bonitinhos…

    E tudo feito no escondidinho, tou incrédula!

    estes homens hoje enganam que se farta.

    deve ser maminha de aluguer

    Mariama Baldé

  3. Bem-vindos ao des(a)tino!
    – C’est quoi ça?
    – à cause des allumettes j’ai perdu la tête et il à raté le train!
    – Et lui c’est qui?
    – La bête à sept têtes!
    -J’ignore toujours de quoi tu parles
    – Je parle du coronavirus

      1. Gostei particularmente da passagem;
        “Na entrevista, Rio é particularmente duro com a liderança do seu partido no que diz respeito às eleições autárquicas de 2013. Os candidatos sociais-democratas em Lisboa (Fernando Seara), Porto (Luís Filipe Menezes), Sintra (Pedro Pinto) ou Gaia (Carlos Abreu Amorim) foram, segundo Rui Rio, escolhas” autenticamente desastrosas para o PSD”, admitindo que ainda hoje não sabe o que “passou pela cabeça” dos líderes do seu partido.

        No Porto, diz, o PSD cometeu o “disparate” de renegar o trabalho feito – “Acharam tal como o PS em 2001, que o povo do Porto é tolo”

        Ainda há quem diga que ele é que destroi o PSD…

      1. Institucionalizam o TINA. Ou seja, o fim da democracia.
        ( nota: TINA= There is no alternative )
        Pergunto: como irão dividir a propaganda nos media?

  4. Bom dia Pedro Correia.
    Que esteja tudo bem consigo e com os DO e familiares.
    Quanto ao seu postal, por esta “cena” e por outras, escrevi umas “tretas” que intitulei “era o que faltava”.
    Saúde, o verdadeiro Euromilhões.
    Bom fim de semana
    António Cabral

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