“A vida na Itália é a de um país rico: o consumo não diminuiu, é difícil encontrar lugares nos aviões, os nossos restaurantes estão cheios”.
“Gorda mal f…”, sobre Angela Merkel.
“Vou-me embora deste país (Itália) de merda”.
“Registei bunga bunga como marca para poder utilizá-la em todas as regiões de Itália”.
“É melhor gostar de raparigas bonitas do que ser gay”.
“As mulheres fazem fila para casar comigo. Sou uma lenda”.
“Sou, sem dúvida, a pessoa mais perseguida na história do mundo e na história do Homem”.
“Eles deviam encarar isto como um camping de fim-de-semana”, durante uma visita aos desalojados depois do terramoto de Abbruzo.
“A esquerda não tem bom gosto em geral, e também no que diz respeito a mulheres”.
“O Obama é bonito, jovem e bronzeado”.
“Eu sou o Jesus Cristo da política. Sou uma vítima paciente, aguento todos, sacrifico-me por todos”.
“Apenas Napoleão fez mais do que eu. Mas, sou certamente mais alto”.
“Obrigado, caro padre Massimiliano. Tentarei não o decepcionar e prometo-lhe dois meses e meio de completa abstinência sexual até 9 de Abril.”
“Tive de usar todas as minhas tácticas de playboy para a convencer”, referindo-se à Presidente da Finlândia.
“A Itália é um grande país para se investir. Hoje, temos menos comunistas. Além disso, temos lindas secretárias, raparigas soberbas”.
“Mussolini nunca matou ninguém. Mussolini enviou as pessoas de férias para o exílio. Sim, Mussolini era benigno”.
“Mr. Schulz, eu sei que há na Itália um homem a produzir um filme sobre os campos de concentração nazis. Gostaria de o sugerir para o papel de Kapo. O senhor seria perfeito”, dirigindo-se ao deputado ao Parlamento Europeu Martin Schulz.
“Um cidadão é igual a outro (aos olhos da lei), mas talvez este seja um pouco mais igual do que os outros, dado que 50% dos italianos lhe deram a responsabilidade de governar o país”.


Que colecção, Rui, bela antologia! Nunca perceberei se este homem, nojento na sua soberba e na sua fixação no ‘dirty’, é apenas mais um corriqueiro e desbragado TS ou uma espécie de descendente de Casanova, que hoje os psis retratam como um desequilibrado profundo pela pura incapacidade de se fixar numa mulher (o que parece denunciar o oposto da verdadeira masculinidade). Qualquer dia está a escrever uma réplica do “Nem Amor Nem Mulheres ou o Limpador dos Estábulos”…quem será a vítima?
Atendendo a que se trata de Berlusconi, a vítima nunca será só uma, Laura
.
Este homem não existe.
Sendo certo que dificilmente poderia ser inventado, Leonor
.
“A Itália é um grande país para se investir. Hoje, temos menos comunistas. Além disso, temos lindas secretárias, raparigas soberbas”. LOL
E ainda criticaram o nosso Basílio Horta, Javali.
Há umbigos perigosos.
Umbelicos belicosos, Ana.
🙂 Ou isso.
Ainda se lembram das personagens de Ugo Tognazzi , ou Nino Manfredi, entre outros , no período áureo da comédia italiana?…
É, este também tem queda para bobo, JSP. Mas, tem para lá disso, uma dimensão perigosa.
JSP, qualquer comparação com Berlusconi é altamente ofensiva para esses actores maravilhosos…
Cara Ana ,
A questão estava nas personagens, não nos actores…