Apesar de haver ainda clivagens parece-me redutor afirmar que não há cidadãos da ex-RDA a trabalhar nos edíficios da fotografia, um é dos caminhos de ferro alemães, outro ao fundo é a Praça Sony, um local de entretenimento e a sede europeia da Sony.
E que sei eu que os outros não saibam? Que foi muito difícil a integração de uns e outros? Que continua a haver diferenças? Que apesar do Muro não existir fisicamente ele continua a dividir os alemães? Que uma parte dos Berlinenses está farta da insistência turística sobre o Muro?
É o problema do costume, António: de tanto se andar a diferenciar os géneros para os agrupar (o que nem faz sentido), a coisa acaba por dar para o torto. Dizer «um/uma cidadão/cidadão» foi um desastre. Escusado, como sempre.
Pelo menos esses muros teem vista
Jokas
Paula
Mesmo que seja só um para o outro, isto é – sem estarem de costas virados…:))
Qualquer coisa me diz que nem um/uma cidadão/cidadão da ex-RDA vive ou trabalha lá!
Apesar de haver ainda clivagens parece-me redutor afirmar que não há cidadãos da ex-RDA a trabalhar nos edíficios da fotografia, um é dos caminhos de ferro alemães, outro ao fundo é a Praça Sony, um local de entretenimento e a sede europeia da Sony.
E…?
E? Não me parece que se possa afirmar que não há alemães da ex-RDA a trabalhar ali, tal como já tinha dito.
Parece-lhe “redutor” ? Então conte-nos o que sabe, p. favor.
E que sei eu que os outros não saibam? Que foi muito difícil a integração de uns e outros? Que continua a haver diferenças? Que apesar do Muro não existir fisicamente ele continua a dividir os alemães? Que uma parte dos Berlinenses está farta da insistência turística sobre o Muro?
É o problema do costume, António: de tanto se andar a diferenciar os géneros para os agrupar (o que nem faz sentido), a coisa acaba por dar para o torto. Dizer «um/uma cidadão/cidadão» foi um desastre. Escusado, como sempre.
Pois…! E sobre a questão levantada por mim, que lhe parece?
Sim é um facto. Contudo, ao lado, em Alexander Platz, há vestígios sombrios da arquitectura da RDA que ainda perduram.
Em Alexander Platz e noutros lugares. Se nos afastarmos do centro e formos, por exemplo, para Marzahn são ainda mais visíveis.
Permita-me que a incomode ainda com esta perspectiva:
http://farm4.static.flickr.com/3031/2711 448611_baf57ebe0d.jpg
Não consegui ir lá através do link.
Leonor, a tag, bitte!
Já está, João 🙂