Este quadro foi pintado faz hoje exactamente 20 anos através das expressões que Zimmer foi vendo na televisão. Além da imensa alegria também houve expectativa e incerteza, talvez daí as caras menos felizes, e lágrimas, as caras com lágrimas são sempre infelizes. Está lá para o gabinete da Frau Merkel e chamou-me a atenção mas foi Schröder quem o escolheu 🙂
Muito obrigada, Maria, foi um imenso prazer revisitar Berlim convosco. Quanto ao alemão, não se preocupe, é só uma brincadeira entre nós. Eu estava a matar a curiosidade sobre o bom desempenho linguístico da Maria do Sol.
Maria, a Leonor é muito generosa. E eu disfarço bem. Sei pouquíssimo e escrevo muito mal. Só dá para ter aqui um bocadinho de “Spaß” (brincadeira é o que é)
Parabéns por esta tua excelente série sobre Berlim, Leonor. É uma cidade que ainda não conheço, e fiquei com mais curiosidade do que tinha. Tenho um certo preconceito em relação aos alemães, admito… não os acho particularmente interessantes nem muito simpáticos, e a língua não me atrai nem um bocadinho. Desmentes esta ideia feita? 🙂
Tenho muito boa experiência com alemães, Ana, não sou a pessoa indicada para falar. Quando são simpáticos não têm a exuberância dos portugueses mas podem ser adoráveis. Quanto à língua, sim, é muito difícil mas acho que o pior de tudo é mesmo a carga da história. Experimenta.
Sim, a carga histórica não ajuda nada. E sei que eles sofrem até agora (e sofrerão por muito mais tempo ainda) o azar de terem tido um líder como Hitler, que nem sequer era alemão. Mas a língua é que não entra mesmo, grrrr… 😉
Vejo-os com ar de poucos amigos, ou é maldade do Zimmer?…
Este quadro foi pintado faz hoje exactamente 20 anos através das expressões que Zimmer foi vendo na televisão. Além da imensa alegria também houve expectativa e incerteza, talvez daí as caras menos felizes, e lágrimas, as caras com lágrimas são sempre infelizes. Está lá para o gabinete da Frau Merkel e chamou-me a atenção mas foi Schröder quem o escolheu 🙂
Para lá do gracejo anterior, devo dizer que gosto mesmo muito desta pintura.
Também gosto muito, João. Lá n´A Curva da Estrada vê-se melhor do que aqui.
Também gosto da pintura do quarto (ou da sala)!
Zimmer= quarto, sala (antes que me desanque) ehehhe
:)))))
Desancar? E quem teria a ousadia de o fazer?????
Já aprendi qualquer coisinha – passo a achar mais graça ao António Sala:))
Boa, Maria. Presumo que a escolha era entre António Sala e D. António Prior do Quarto…
Tal e qual, João . O Prior que me perdoe se estou a cometer alguma injustiça mas ao tempo que não lhe ponho a vista em cima…;))
Ao António Zimmer, Maria?
:))
Maria do Sol, Maria do Sol… Hehe…
Ehehehe
:))
Estas conversas mereciam destaque 🙂
Ich bin Berlinerin!
:))
Ich auch 🙂
Wunderbar, liebe Leonor
:))))
Und wo haben Sie Deutsch gelernt?
Im Goethe-Institut . Aber, Ich habe alles (fast) vergessen!
:)))))))
Glaube ich nicht, dass Sie alles vergessen haben 🙂
Und ich auch!
Sind Sie auch Berliner oder haben Sie auch Deutsch im Goethe-Institut gelernt, João?
Ich bin ein Berliner (aus’m Alentejo), der auch im Goethe-Institut Lissabon deutsch gelernt hat. 🙂
Freut mich sehr hier Deutsch ‘sprechen’ zu können 🙂
Besuchen Sie bitte: tegory/auf-deutsch/
http://www.pracadarepublicaembeja.net/ca
Parece-me que arranjei inspiração para continuar aquela secção da Praça 🙂
Vou já ver, João
Ups, hab’s vergessen dass ‘Deutsch’ gross geschrieben wird.
Kein Problem. Wichtig ist, dass wir uns verstehen 🙂
Ich aber Berliner! 🙂
Eu vim cumprimentar a Leonor e, mais uma vez, agradecer a sua belíssima “reportagem” de Berlim – em português – porque de alemão não percebo nada :))
Muito obrigada, Maria, foi um imenso prazer revisitar Berlim convosco. Quanto ao alemão, não se preocupe, é só uma brincadeira entre nós. Eu estava a matar a curiosidade sobre o bom desempenho linguístico da Maria do Sol.
Maria, a Leonor é muito generosa. E eu disfarço bem. Sei pouquíssimo e escrevo muito mal. Só dá para ter aqui um bocadinho de “Spaß” (brincadeira é o que é)
:)))
Eu também estava a brincar, Leonor (os “festejos” estão a ficar um pouco densos) para desanuviar -(me);))
Parabéns por esta tua excelente série sobre Berlim, Leonor. É uma cidade que ainda não conheço, e fiquei com mais curiosidade do que tinha. Tenho um certo preconceito em relação aos alemães, admito… não os acho particularmente interessantes nem muito simpáticos, e a língua não me atrai nem um bocadinho. Desmentes esta ideia feita? 🙂
Tenho muito boa experiência com alemães, Ana, não sou a pessoa indicada para falar. Quando são simpáticos não têm a exuberância dos portugueses mas podem ser adoráveis. Quanto à língua, sim, é muito difícil mas acho que o pior de tudo é mesmo a carga da história. Experimenta.
Sim, a carga histórica não ajuda nada. E sei que eles sofrem até agora (e sofrerão por muito mais tempo ainda) o azar de terem tido um líder como Hitler, que nem sequer era alemão.
Mas a língua é que não entra mesmo, grrrr… 😉
Pois, é que ninguém se queixa do neerelandês, por exemplo, que é tão áspero, mas não há volta a dar-lhe.
neerlandês