Berlim (17)


cronicasnofeminino,

"Der 9. November" de HP Zimmer

Algures na Chancelaria em Berlim

37 comentários em “Berlim (17)”

    1. Este quadro foi pintado faz hoje exactamente 20 anos através das expressões que Zimmer foi vendo na televisão. Além da imensa alegria também houve expectativa e incerteza, talvez daí as caras menos felizes, e lágrimas, as caras com lágrimas são sempre infelizes. Está lá para o gabinete da Frau Merkel e chamou-me a atenção mas foi Schröder quem o escolheu 🙂

          1. Já aprendi qualquer coisinha – passo a achar mais graça ao António Sala:))

          2. Tal e qual, João . O Prior que me perdoe se estou a cometer alguma injustiça mas ao tempo que não lhe ponho a vista em cima…;))

  1. Eu vim cumprimentar a Leonor e, mais uma vez, agradecer a sua belíssima “reportagem” de Berlim – em português – porque de alemão não percebo nada :))

    1. Muito obrigada, Maria, foi um imenso prazer revisitar Berlim convosco. Quanto ao alemão, não se preocupe, é só uma brincadeira entre nós. Eu estava a matar a curiosidade sobre o bom desempenho linguístico da Maria do Sol.

      1. Maria, a Leonor é muito generosa. E eu disfarço bem. Sei pouquíssimo e escrevo muito mal. Só dá para ter aqui um bocadinho de “Spaß” (brincadeira é o que é)

        :)))

  2. Parabéns por esta tua excelente série sobre Berlim, Leonor. É uma cidade que ainda não conheço, e fiquei com mais curiosidade do que tinha. Tenho um certo preconceito em relação aos alemães, admito… não os acho particularmente interessantes nem muito simpáticos, e a língua não me atrai nem um bocadinho. Desmentes esta ideia feita? 🙂

    1. Tenho muito boa experiência com alemães, Ana, não sou a pessoa indicada para falar. Quando são simpáticos não têm a exuberância dos portugueses mas podem ser adoráveis. Quanto à língua, sim, é muito difícil mas acho que o pior de tudo é mesmo a carga da história. Experimenta.

      1. Sim, a carga histórica não ajuda nada. E sei que eles sofrem até agora (e sofrerão por muito mais tempo ainda) o azar de terem tido um líder como Hitler, que nem sequer era alemão.
        Mas a língua é que não entra mesmo, grrrr… 😉

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