Há um mistério mundial por explicar: porque será que em países onde a mulher não vale um caracol (Índia, Paquistão, Tailândia, etc) acontece tão frequentemente as mulheres chegarem ao poder? Queres debruçar-te sobre isso, Pedro? Seria interessante analisar sociologicamente esse fenómeno.
E eu também, acontece que não entendo o suficiente de política para me meter nessa empreitada. Mas sempre me intrigou esta estranha constatação.
O oriente tem de ser visto lá pelos olhos deles, parece-me (mas que os meus ficam em bico com este fenómeno, ficam). Mesmo assim, há uma constante nestes episódios: uma forte figura masculina por detrás da mulher política. Foi assim com Indira Gandhi, foi assim com Bennazir Buto, é assim com Yingluck Shinawatra. Nos primeiros casos, os pais. Neste, o irmão. Dá ideia que aqui a chave é… «cherchez l’homme», e não ‘cherchez la femme’, como no ocidente 😉
Sim, é verdade, mas é isso o que mais me intriga: que as deixem ocupar o lugar do homem-mito que as precedeu. Porque as elegem, se não as consideram iguais no essencial? Estranhas cabeças.
Acho que tem qualquer coisa a ver com o desejo de ocidentalização. Digo eu. Deixemos o Pedro resolver o estranho caso do poder feminino no oriente…. (enquanto nós trocamos de bom grado pelo estranho caso da resistência do poder masculino no ocidente… E olha que ele fica muito mais bem servido do que nós 😉
Ah pois fica! 🙂
Para analisar adequadamente a questão, meninas, terei de me imaginar como eleitor tailandês. Tentarei estar à altura do desafio.
realmente não é nada feia…não tinha visto por essa perspectiva..abraço
Eu ainda só consegui vê-la sob esta perspectiva. Abraço, João.
Há que dar razão ao Medina Carreira. Dizia ele, ontem à noite, na RTP1, que os políticos de hoje são feitos pelos media: a aparência é tudo…
Mas convenhamos que há mais fotogenia na política tailandesa.
Há um mistério mundial por explicar: porque será que em países onde a mulher não vale um caracol (Índia, Paquistão, Tailândia, etc) acontece tão frequentemente as mulheres chegarem ao poder? Queres debruçar-te sobre isso, Pedro? Seria interessante analisar sociologicamente esse fenómeno.
Aí está o género de tema sobre o qual gosto de me debruçar, Ana.
E eu também, acontece que não entendo o suficiente de política para me meter nessa empreitada. Mas sempre me intrigou esta estranha constatação.
O oriente tem de ser visto lá pelos olhos deles, parece-me (mas que os meus ficam em bico com este fenómeno, ficam).
Mesmo assim, há uma constante nestes episódios: uma forte figura masculina por detrás da mulher política.
Foi assim com Indira Gandhi, foi assim com Bennazir Buto, é assim com Yingluck Shinawatra. Nos primeiros casos, os pais. Neste, o irmão.
Dá ideia que aqui a chave é… «cherchez l’homme», e não ‘cherchez la femme’, como no ocidente 😉
Sim, é verdade, mas é isso o que mais me intriga: que as deixem ocupar o lugar do homem-mito que as precedeu. Porque as elegem, se não as consideram iguais no essencial? Estranhas cabeças.
Acho que tem qualquer coisa a ver com o desejo de ocidentalização. Digo eu. Deixemos o Pedro resolver o estranho caso do poder feminino no oriente…. (enquanto nós trocamos de bom grado pelo estranho caso da resistência do poder masculino no ocidente… E olha que ele fica muito mais bem servido do que nós 😉
Ah pois fica! 🙂
Para analisar adequadamente a questão, meninas, terei de me imaginar como eleitor tailandês. Tentarei estar à altura do desafio.