Meu caro embaixador: bela uma vez, bela para sempre. Esta é, pelo menos, a ‘filosofia’ desta secção. Espero não ter motivos para me desiludir no caso da Isabelle (belle) Adjani.
Pedro, não a viste em La journée de la joupe? Muito, muito diferente. Até mais ainda do que a Helena postou lá em cima. (Pronto, eu sei que sou feia e as mulheres feias são sempre muito maldosas…)
Sim, Ivone, vi-a nesse filme impressionante sobre a relação professora/alunos na França contemporânea. Mas ela estava caracterizada para não ser tão deslumbrante: o papel exigia-lhe isso.
Eu tive pelo menos dez nessa década: uma por ano. A Adjani era então demasiado chavalita para o meu gosto: sempre me senti atraído por mulheres mais velhas.
Estou a vê-la na pele de Camille Claudel, a contracenar com o Depardieu-Rodin. Grandes interpretações.
Mas hoje já está bem diferente do retrato…
Que mazinha que eu sou!
Hum…
Caro Pedro Correia: é uma fotografia antiga…
Meu caro embaixador: bela uma vez, bela para sempre. Esta é, pelo menos, a ‘filosofia’ desta secção. Espero não ter motivos para me desiludir no caso da Isabelle (belle) Adjani.
Exabelle Ageani?
Tu és péssimo, Rui! Mas tens graça.
🙂 Ai, Rui!
Pedro, não a viste em La journée de la joupe? Muito, muito diferente. Até mais ainda do que a Helena postou lá em cima. (Pronto, eu sei que sou feia e as mulheres feias são sempre muito maldosas…)
Sim, Ivone, vi-a nesse filme impressionante sobre a relação professora/alunos na França contemporânea. Mas ela estava caracterizada para não ser tão deslumbrante: o papel exigia-lhe isso.
Nos meus anos 80 tinha duas musas, Adjani aqui e Jessica Lange ao longe. Haverá melhor?
Eu tive pelo menos dez nessa década: uma por ano. A Adjani era então demasiado chavalita para o meu gosto: sempre me senti atraído por mulheres mais velhas.