![301dbebb7e6a008da19affe81c8f8cb1[1].jpg 301dbebb7e6a008da19affe81c8f8cb1[1].jpg](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2018/20930331_ZTaS2.jpeg)
«Se há coisa de que Portugal hoje precisa é de um banho de ética»
Rui Rio, enquanto candidato à liderança do PSD, a 11 de Outubro
25 de Janeiro: Ministério Público investiga negócios da Câmara de Ovar, presidida por Salvador Malheiro, director da campanha de Rio entretanto designado vice-presidente do PSD.
19 de Fevereiro: DIAP de Lisboa investiga gestão de Elina Fraga enquanto bastonária da Ordem dos Advogados, na sequência de uma auditoria. Actual vice-presidente do PSD é suspeita de eventuais incumprimentos do Código da Contratação Pública e de violação dos estatutos da ordem.
13 de Março: Procuradoria-Geral da República manda abrir um inquérito ao caso da informação falsa no currículo de Feliciano Barreiras Duarte, novo secretário-geral do PSD.

Portanto: três investigações em curso. Mas, até agora, ninguém foi acusado de nada.
Recordemos que, recentemente, o Ministério das Finanças também foi alvo de investigação. Mas a investigação não deu em nada (a não ser que o Ministério Público ficou da posse do conteúdo de todos os computadores e de todos os emails desse Ministério – uma situação assaz melindrosa). Foi só fumaça, como soi dizer-se.
Recordemos também que, como Rui Rio recentemente recordou, durante o tempo em que ele foi presidente da Câmara da Porto ele foi permanentemente arguido em algum processo (e geralmente em mais do que um). E que, a determinado momento, seis dos vereadores dessa Câmara eram arguidos. No final, tudo acabou por dar em nada.
Portugal tem um Ministério Público muito ineficiente. Farta-se de investigar, farta-se de alardear as suas investigações, mas no fim nunca consegue obter nada. A não ser lama lançada para cima dos outros.
O Ministério Público português é como uma ventoinha a espalhar merda.
Tal e qual. O MP é isso mesmo, uma nulidade. Investiga mal, acusa mal e arquiva mal por não querer investigar. Mas ganham bem.
Eh pá, um corajoso anónimo. Veio picar o ponto. Hoje ainda não tinha aparecido nenhum.
Infelizmente, tenho de me manter anónimo. Estou aqui cagado de medo com o gabinete de crise do benfica e, nunca se sabe, se me foge a boca para a verdade, ainda sou alvo de processo, perseguição e “fogueira com ele” por parte do patrão do Pedro Guerra, do Paulo Gonçalves e de não sei quantos árbitros, o tal primeiro ministro orelhudo.
Credo. Mantenha-se incógnito, homem.
“Mas a investigação não deu em nada (a não ser que o Ministério Público ficou da posse do conteúdo de todos os computadores e de todos os emails desse Ministério – uma situação assaz melindrosa)”.
Só queria relevar este parágrafo por me parecer muito pertinente.
Confirma-se: O PSD é português
Nenhuma dúvida quanto a isso.
Frequentemente, quando uma nova equipa chega ao poder, descobrem-se alguns problemas potenciais que umas vezes são mesmo problemas outras vezes não. É uma situação normal decorrente de escrutínio sobre vidas de pessoas até então pouco escrutinadas. O caso mais gritante que me lembro foi o do PRD, quando elegeram deputados era cada cavadela sua minhoca. Falar muito em ética no início dum ciclo tem os seus riscos.
Nada mal lembrado, esse precedente do PRD. Que teve o desfecho que sabemos.
Como dizia o outro, “quando oiço falar em ética, levo logo a mão à algibeira.”
Parece que, junto do autor deste artigo, também já fez escola a confusão entre investigação e condenação.
A questão do currículo do vice-presidente, mesmo não sendo um crime, é extremamente embaraçosa para o próprio e por arrasto para o psd.
Também a escolha de Negrão não foi lá grande coisa, não porque haja oposição interna, é mesmo a fraca qualidade do próprio.
Nenhuma confusão entre investigação e condenação. Era o que faltava.
Em que se fundamenta você para alegar isso?
Todo o artigo aponta para isso: da ética e da falta dela porque se está a ser investigado.
Investigado, pois. Nunca a palavra condenado é usada. Ou condenada, no caso de Elina Fraga.
É que, consensual no PSD, só mesmo o PR. Toda a gente está de acordo que o gajo lhes comeu as papas na cabeça.
Comer papas será delito?
Depende das papas!
As de Sarrabulho são um pecado
Fulcro da questão: “não é crime”, e enquanto não for crime a bandalhiçe continua, isto é uma enorme falta de respeito por todos nós, no limite aqueles fulanos a quem pagamos para nos representarem só estão lá porque fazem trafulhices. Aliás é um atentado à dignidade de quem estuda e se esforça, as teses já são uma bosta porque são baseadas nos CV e depois ainda mentem sobre as coisas. Vão todos badamerda! Criminalização de falsos dados nos CV, já!
“Bandalhiçe?”
Nada a apontar.
Lembre-mo-nos de que não há muito tempo, tivemos um 1º ministro que confessou não ter pago as suas obrigações para com a Segurança Social, por mero esquecimento. Isto, entre outras coisas que não pagou e que preferiu esquecer, perante as diversas perguntas que lhe fizeram.
“Lembre-mo-nos”?
Pedro, atenção à dramaturgia do texto.
Traço – pode indicar pausa, com o objectivo de dar intensidade ao diálogo
Lembre-mo-nos????
Santinho.
Lembre-mo-nos ????
Santinho.
Cá em cima diz-se: Biba ! ( Viva em português mouro)
O Rio é um São Tinho
O banho de ética prometido por Rui Rio, está, por estes dias comprometido.
Três situações díspares, todas elas com possíveis implicações penais.
Ainda assim, não sendo a mais gravosa, a situação de Feliciano Barreiras Duarte é preocupante.
Isto porque mesmo que o episódio em causa não venha a ter qualquer implicação penal, eticamente é bastante elucidativo de uma conduta que se vem repetindo no meio politico vezes demais.
É bem demonstrativo que, como se costuma dizer ” já não é defeito é feitio”… e mau!
E ainda acreditam nestes Santos da ética?, isto é só para inglês ver.
Nenhum merecesse confiança.Qual confiança?, deviam ter todos vergonha.
Não passam de um insulto para o Povo Português.
já ninguém se lembra o que um “grande politico” disse sobre a ética, cito ” a ética está na lei”.