10 comentários em “As melhores praias portuguesas (92)”
Há uma catrefada de anos passei por aí as férias. Não recordo nada. E, olhando a foto, nada me sugere. A memória apagou a estadia nessa praia, vá-se lá saber porquê.
Difícil de acreditar, Bea. Esta praia fica-nos na memória para sempre. Panorama inesquecível. Vastidão que poucos imaginam. Sentimo-nos realmente bafejados por termos praias como esta num país que dizem ser “pequeno” a toda a hora, de manhã à noite.
Já passaram uns bons anos. Houve um ano com o “carocha” foram dezassete dias por praias algarvias, desde as de Zavial/Ingrina, no barlavento, até Monte Gordo. Foi uma pipa (barril) de massa para sustentar o “carocha”. Nesta bela e despreocupante praia do Alvor, julgo que lhe chamávamos praia da Torralta, levei com um ‘não temos trocos’ para a máquina do tabaco e tive de fazer despesa por forma a arranjar troco para a máquina, foram preciso quatro compras isoladas. Também avisei o palerma: não me apareça no deserto a pedir água que só lhe a vendo se tiver um copo de três e dinheiro sem troco.
Passei férias, anos a fio, nessa praia. Bom areal mas a água era sempre fria (tal qual a de Esposende). O extenso areal permitia umas férias descansadas, com muita brincadeira com miúdos e com o clássico passeio até ao pontão da Foz da Ria de Alvor. Guardo com saudade os ditados do vendedor ambulante de bolas de berlim e os vários restaurantes de peixe na aldeia. Bons tempos
Há uma catrefada de anos passei por aí as férias. Não recordo nada. E, olhando a foto, nada me sugere. A memória apagou a estadia nessa praia, vá-se lá saber porquê.
Difícil de acreditar, Bea. Esta praia fica-nos na memória para sempre. Panorama inesquecível. Vastidão que poucos imaginam. Sentimo-nos realmente bafejados por termos praias como esta num país que dizem ser “pequeno” a toda a hora, de manhã à noite.
Prova de que a memória nem sempre se atém ao que os olhos vêem:).
Bom Dia
Memória selectiva.
Sempre estamos de acordo em alguns assuntos.
Ora bem. Estarmos em sintonia nisto já é muito importante.
Já passaram uns bons anos. Houve um ano com o “carocha” foram dezassete dias por praias algarvias, desde as de Zavial/Ingrina, no barlavento, até Monte Gordo.
Foi uma pipa (barril) de massa para sustentar o “carocha”.
Nesta bela e despreocupante praia do Alvor, julgo que lhe chamávamos praia da Torralta, levei com um ‘não temos trocos’ para a máquina do tabaco e tive de fazer despesa por forma a arranjar troco para a máquina, foram preciso quatro compras isoladas.
Também avisei o palerma: não me apareça no deserto a pedir água que só lhe a vendo se tiver um copo de três e dinheiro sem troco.
Eheh. Bela história, com remate apropriado.
Passei férias, anos a fio, nessa praia. Bom areal mas a água era sempre fria (tal qual a de Esposende). O extenso areal permitia umas férias descansadas, com muita brincadeira com miúdos e com o clássico passeio até ao pontão da Foz da Ria de Alvor. Guardo com saudade os ditados do vendedor ambulante de bolas de berlim e os vários restaurantes de peixe na aldeia. Bons tempos
Também recordo um excelente repasto no restaurante Restinga. Peixe do melhor. Faz parte das recordações gratas desta praia de que tanto gosto.