As melhores praias portuguesas (89)


Pedro Correia,

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Três Castelos (Portimão)

0 comentários em “As melhores praias portuguesas (89)”

  1. Esta série abusa de fotografias aéreas. Ainda por cima, como neste caso, de péssimo gosto, quando mostram tudo o que de horroroso há por trás da praia.

    Seria muito mais real mostrar a praia tal como ela é para quem a frequenta, isto é, ao rés do solo.

      1. É um facto. Há sempre pior.
        Recentemente estive no Alto Minho e dei um salto à Galiza, até Baiona. No Alto Minho toda a costa é composta de esplendorosas praias (Cabedelo, Areosa, Moledo, etc) largas e de areia branca. Até Caminha, até à fronteira. Mal se passa a fronteira, as praias acabam de todo. Passa a só haver rochas a entrar pelo mar adentro. Só volta a haver “praias” em Baiona, 30 quilómetros a norte do fronteira, mas mesmo essas são minúsculas, encaixadas, de areia grossa e rasca, e com rochas a impedir a entrada no mar.
        Portugal tem praias maravilhosas. Tudo aquilo a que no resto da Europa se chama praia, não o é pela bitola portuguesa.

        1. Já fiz esse circuito. E fiz também o das praias adjacentes ao Algarve, Andaluzia adiante.
          Não há, de facto, comparação possível. A linha costeira espanhola – salvo raras e honrosas excepções – está muito mais degradada do que a portuguesa.

          1. Não se trata de uma questão de degradação provocada pelo Homem. Trata-se de não haver mesmo praias dignas desse nome.
            Veja-se a título de exemplo Nice, na celebrada Côte d’Azur francesa. A “praia” de Nice é um nojo: calhaus grossos e escuros, sobre os quais ninguém se pode deitar, que areia nem vê-la. Os franceses chamam àquilo “praia” e acham-na maravilhosa; para um português, aquilo é um nojo impraticável.

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