As melhores praias portuguesas (87)


Pedro Correia,

1-9209.jpg

 

Ribeiro do Cavalo (Sesimbra)

17 comentários em “As melhores praias portuguesas (87)”

  1. Só por ironia se pode comparar a Praia Ribeiro do Cavalo (Sesimbra) como d’ “As melhores praias portuguesas”
    Se é de uso condicionado, de acesso difícil e sem nenhum equipamento próximo só por causa da sua beleza, com as pessoas a fazer autenticas escaladas para chegar/sair ao areal, então o postal melhor seria “As praias portuguesas”.
    Conheço bem a praia Ribeiro/a do Cavalo, em Sesimbra, que é a praia dos aventureiros do parque de campismo, por dar acesso a mergulho submarino na “floresta” de algas e visionamento de “vegetarianos” tubarões-frade.

    1. Cada vez mais se avistam tubarões nas praias portuguesas, sendo praticamente todos vegetarianos, até sem dentição.
      Nesta série falo de praias muito diversas. Urbanas, semi-urbanas, selvagens… A ideia é precisamente demonstrar a grande variedade e diversidade da nossa costa.

      1. Certo, mas como anteriormente comentei “As melhores praias portuguesas”, com “as melhores” está a fazer uma comparação/escala com outras. E também não se compreende se são de escolha pessoal por ter visitado, se ouviu falar/documentado ou por gosto da fotografia da net.
        Esta do Ribeiro do Cavalo é de muito difícil acesso, começando pelo caminho que nos leva à descida atormentada até ao areal.
        Conheço, grande parte das praias portuguesas e quando fazia mergulho a Ribeiro/a do Cavalo era a preferida por ter pouca agitação, grande claridade, uma grande floresta de algas (sargaço) e visionamento dos pacíficos tubarões-frade e dos tintureiras que assustavam.

          1. Pedro Correia, a não ser terem feito um elevador ou escada à algarvia, o acesso é muito difícil por um caminho desce/sobe entre pedras mais tratar-se de alpinismo.

  2. Ah! a praia agora é outra, ainda se fosse de tubarões dava uma opinião.
    Ou de caldeirada de postas de tintureira também comentava.

      1. Comer peixe não puxa carroças, pudera as carroças não andam a remos diria o Zé Lagarto.
        Julgo ter sido em Porto Côvo, estarmos è espera do jantar de sargos chegados da faina que já tinham destino para os pedidos.
        A dose (um peixe inteiro) era vendida ao quilo, e como todos os peixes tinha o mesmo peso o preço a pagar era o mesmo. Um casal cliente estrangeiro ficou com um peixe pouco maior.
        No final veio a conta quase igual para todos e mais qualquer coisa para o estrangeiro que protestou ser mais caro. Ó Fritz, agora só medindo a barriga, disse o Bolas.
        Foi uma semana a sargos, sardinhas ou carapaus assados na brasa, que chatice ter sido no ano de 1996.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *