Há praias que nos apetece conhecer através de postais. Outras através de canções (‘Tarde em Itapoã’) ou da poesia. A praia da Consolação, que tem qualquer coisa de enternecedora no nome, visitei-a ainda antes de a ter visitado, na poesia do Ruy Belo. E ficou logo ali a ser uma das minhas praias.
Eu conheci primeiro a praia e depois o poema. 🙂 Na área envolvente daquelas praias coexistiam, pacificamente, há umas décadas, a agricultura, a pesca e o turismo. Agora não sei bem como está mas a última vez que lá estive pareceu-me que já há muitos empreendimentos turísticos. Esperemos que a sua magia não se perca…
Como diz o outro: eu já fui muito feliz aqui… 🙂
Há praias que nos apetece conhecer através de postais. Outras através de canções (‘Tarde em Itapoã’) ou da poesia. A praia da Consolação, que tem qualquer coisa de enternecedora no nome, visitei-a ainda antes de a ter visitado, na poesia do Ruy Belo.
E ficou logo ali a ser uma das minhas praias.
Eu conheci primeiro a praia e depois o poema. 🙂
Na área envolvente daquelas praias coexistiam, pacificamente, há umas décadas, a agricultura, a pesca e o turismo. Agora não sei bem como está mas a última vez que lá estive pareceu-me que já há muitos empreendimentos turísticos. Esperemos que a sua magia não se perca…
Também espero que não, Ana. Gostei que me ajudasses a legendar a praia da Consolação.