As ilhas que eu vejo (2)


jmmcc,

 

Não posso esquecer-me: o nosso Pedro Correia declarou que tomava posse da Lagoa de Santiago logo ao primeiro olhar. Cheio de inveja, mas tenho de registá-la em nome dele.

46 comentários em “As ilhas que eu vejo (2)”

      1. Alexandra, com esta matou-me… Água a perder de vista (é com água que eu vou e não com clicquots…). Água, verdes e… o que é aquilo lá a fundo, um little cottage? Está arrematado! Então é que passo a escrever 10posts /dia para o DO, eheh;)

        1. Não consegue, Laura.
          A mente apenas absorve a beleza e delicia-se com ela. Não sei quantos minutos mais ficam livres por dia….

  1. Ok, eu fico com a do Fogo. Podes pôr já lá o meu nome numa placa, por favor? Assim que puder vou lá descerrá-a e fazer uma inauguração à maneira, com comes e bebes e tudo. 🙂

    1. Pronto, pronto, Ana, já se sabe que vão aparecer as ‘viúvas’ Clicquot do costume e outras senhoras, também de boas famílias. Talvez desta feita, quem sabe?, até apareçam também aquelas “órfãs” que até agora têm andado muito arredias… No fim de contas, o que vale é que isto é tudo ‘gente fina’ e, pelo menos a julgar pela amostra, a piscina é mesmo muito espaçosa! 😉

      1. Obrigada Luís!
        Sei que me colocaste na parte das de “boas famílias”, hi, hi, hi…
        Esta é deslumbrante, como todas as outras.
        Dou-te a das Furnas, onde tens espaço de sobra para as tuas maratonas. E ainda fazes umas dezenas de kms de bicicleta à volta dela. Nunca mais te víamos…

        1. É evidente que estás nesse lote, Xanda! Olha, sabes que mais? És um amor, ao teres-te lembrado que faço anos dentro em breve e que as Furnas seriam o presente perfeito para um rapaz de gostos simples, como eu. Podes mandar embrulhar e pôr o laço, por favor.

          1. Já está feito e será entregue. Em mão!
            Ao fundo, um little cottage, como diz a Laura mais acima, que lhe ofertei, mas que te poderá ceder sempre que quiseres. Faz parte do contrato, da vossa iniciativa conjunta de invasão açoreana.
            Daí partirás para as tuas voltinhas de bicla ou para umas boas braçadas.
            Cá fora, uma cadeira onde se sentarás a admirar a vista e te sentirás no céu.
            Somos todos de gostos simples e eu gosto de vos ver felizes. Dou tudo!
            Mais ao fundo, a tua bicicleta vai levar-te à linda…. fica para outra história, fica o suspense. Toda a ilha é mágica.

        1. Oh Laura, isso nem parece seu!… Então que órfãs poderiam ser senão as da família Clicquot? As filhas das ‘viúvas’, está bom de ver!
          Bem, mas o que nós queremos mesmo, mesmo é “fãs”. Se trouxeram também algum “or”, ainda melhor, junta-se o útil ao agradável. Órfãs e nãoórfãs, está tudo convidado para a festa inaugural da ‘pisssina’, (com 3 esses, como diria o Herman).

          1. Ai, Luís, estou mesmo obtúsica! Pois claro… Boa, eu alinho nessa, já sabe, afinal somos sócios fundadores do projecto. Olhe, pisssina nos Açores? Então é melhor levar um casssecol, não acha? 😉

          2. O cassecol parece-me uma eiscelente ideia. E talvez também um gorro, que o ar está um pouco agreste.
            Já agora, “Ogorros” que tapem o frio… 😉

          3. E ‘orricos’ que paguem a viagem, boa ideia, Luís! A preços de açoreano-residente, claro… (aí o dono do post deve arranjar maneira, não? )

          4. Vou usar as minhas influências, passar umas lembranças por baixo da mesa, corromper uns dirigentes e enfrentar a justiça. Pelos amigos, tudo!

          5. Não esperava menos, és um querido, João… Se quiseres eu levo uns faduchos para corromper uns eventuais burocratas, saudosistas da lusa-atenas (há-os por todo o lado, são uma praga). Daqueles faduchos que não entraram no património imaterial… pecébes?

    2. Diz-curpe, mas essa é minha!!
      Tomei posse há 4 anos atrás… e dela não ha-be dicu!
      Maravilha das maravilhas, concordo. Posso partilhar, aceita?

      Também partilho as outras, que são todas minhas…
      E são tantas!!!!!

    1. Ivone, acredita que desassossegam ainda mais que já lá pôs o pezinho… aquelas ilhas tornam-se uma paixão, depois um vício. Uma desgraça, enfim.

    1. Sossego, isso sim. O único desassossego só vem das profundezas, de quando em quando. E ainda bem: são os pequenos desassossegos que evitam a formação de grandes tensões nas profundezas e os consequentes sustos.

      Fica atenta ao susto de que darei conta amanhã. Uma história mal conhecida que acaba de fazer 200 anos.

      1. João, desassossego porque a vontade de partir é muita, mas concordo, nada como o/um desassossego para alimentar a criatividade. Sem ele não haveria literatura ou outras formas de expressão artística.
        Fico à espera então.

  2. Minha Nossa….
    Até o meu coração salta ao ver isto aqui.
    O Pedro foi lá depois de mim, não? E onde está a placa?
    Cedo, em troca das outras todas, que só partilho com meia dúzia de pessoas finas.
    É o maior desassossego estar aqui com o pensamento lá. É o maior sossego estar lá com o pensamento lá mesmo. Porque nem existe mais mundo à nossa volta.
    É fantástica!

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