"Eu estou de consciência tranquila."
"O País está em crise."
"Os tribunais não funcionam bem, isso é gravíssimo."
"A sensação de impunidade que há no nosso País é muito grave."
"Os momentos mais felizes passei-os fora do ministério."
"Agora quero é passar umas belíssimas férias. Creio que mereço."
Manuel Pinho, em entrevista à SIC Notícias onde resistiu a fazer gestos ordinários com os dedinhos

Um grande bem haja para esta piquena resenha.
Não sei se ria, se chore!…
Gestos ordinários com os dedinhos? Ah.
Como se esqueceu rápido o cherne, a chapota (e a enunciação bem vincada de quem proferiu esta palavra) e aquele número (pouco) mágico…
E isto não pretende defender ninguém. O estado a que isto chegou não me permite tal criancice.
Caro Pedro, perdoe-me este momento confessional. Dei uma volta pelas notícias na blogosfera , e parece que ele terá dirigido os cornichos ao Bernardino . Por qualquer razão, de repente o pequeno taxista que há em mim desatou a rir à gargalhada. Não é bonito, bem sei…
O homem já queria sair em Abril e não havia meio de ter guia de marcha, Ariel. Assim foi tiro e queda: resolveu o problema dele e o do Governo, onde era o rei das gafes. Ainda o havemos de ver na festa do Barrete Verde como atracção principal. Entretanto, na entrevista desta noite à SIC N, já parecia ter-se passado para a oposição, com as críticas ao funcionamento da justiça e etc. Este homem é dinamite. Começo a perceber por que motivo Sócrates está com muito mais cabelos brancos.
Calma, ainda temos o Jamé para as gaffes…
Mas esse ainda é ministro?
Esse é mais tarimbeiro, Ana…
Já não sei nada… a partir de agora, a desactualização será constante.