O estado dos serviços públicos, nomeadamente os de saúde, chegou a uma degradação tal que já motivou os cartoonistas a comparar o SNS com um SOS.
É apenas o resultado das políticas do governo PS que, sem conseguir que a nossa economia cresça ao nível das nossas congéneres europeias, preferiu trocar défice público por défice de serviços.
António Costa entendeu que o PR quer manter a imagem de fiel da balança e por isso sabe que tem de negociar o OE com a esquerda.
O BE sabe disso e também sabe que votar contra o OE equivale a ser desqualificado na corrida ao poder que anda há anos a fazer, e por isso, com grande sacrifício, cala-se (abstém-se o que é o mesmo) perante a degradação dos serviços públicos em troca de um OE com um tão neo-liberal superavit.
Em política isto é perfeitamente normal, mas fez-me lembrar um episódio clássico da TV, o famoso “Ponha, Ponha, Ponha!!”. Vejam as imagens e imaginem a Catarina Martins ser arranhada pelo superavit.

As mortáguas desta vida “gostam muito” do ponha, ponha, ponha…..em cima dos contribuintes.
Esperemos que essas sereias do anacleto emigrem para o Irão onde o devido valor das suas mentes será bem compreendido e aceite.
A.Vieira
As unhas do Centeno arranham-lhes a beleza …
«O estado dos serviços públicos, nomeadamente os de saúde, (que) chegaram a uma degradação tal (…). É apenas o resultado das políticas do governo PS que, sem conseguir que a nossa economia cresça ao nível das nossas congéneres europeias, preferiu trocar défice público por défice de serviços.» elhor-que-a-media-da-ue-mas-ha-10-econom ias-a-crescer-mais-rapido/. 5/a-degradacao-dos-servicos-publicos-de-s aude-sns-em-portugal-por-eugenio-rosa-i/ + https://aviagemdosargonautas.net/2013/11/2 6/a-degradacao-dos-servicos-publicos-de-s aude-sns-em-portugal-por-eugenio-rosa-ii/ cha/salvar-o-sns/20277202), que reuniu um militante do PS a um do BE… e até descobriu uma nova vocação social da sua trupe, a de, ao contrário do BE, querer (de facto) salvar o SNS (https://www.publico.pt/2019/08/16/polit ica/noticia/presidente-promulga-lei-base s-saude-elogios-1883558» versus https://www.publico.pt/2017/11/04/socied ade/noticia/semedo-e-arnaut-querem-salva r-o-sns-e-acabar-com-parceiras-com-priva dos-1791330)
Eu poderia começar por dizer que nada mais me surpreende, no actual discurso da Direita em geral, do que o seu evidente “incómodo” com o «trocar (do) défice público», pelo “governo do PS”, por aquele que foi sempre o ser eterno objectivo-papão: o de conseguir o tal do “superavit”… ou seja, como ela gostava de evocar, o de reduzir as finanças nacionais ao melhor exemplo das finanças domésticas de cada um de nós: se em nossa casa temos X euros para gastar por mês, bla-bla…
Imagino por isso, o maldito sapo vivo a que ela foi obrigada a engolir… como o exemplo do João Vaz, no CM, quando diz que «O Estado promete enfim alinhar com a normalidade dos portugueses que não despendem mais do que ganham.»
Naturalmente, perante tudo isso, ela resolveu começar a desenvolver uma série de outras ladainhas onde, naturalmente, se encaixa esta do Paulo Sousa, a de que a degradação do SNS «É apenas o resultado das políticas do governo PS que, sem conseguir que a nossa economia cresça ao nível das nossas congéneres europeias, preferiu trocar défice público por défice de serviços».
Sobre o que ele se refere a «sem conseguir que a nossa economia cresça ao nível das nossas congéneres europeias», deixo esta ligação: https://eco.sapo.pt/2019/08/14/portugal-m
Quanto ao seu «preferiu trocar défice público por défice de serviços» julgo que o autor deste “post” acabou de, depois de umas décadas de coma induzido, despertar Hoje: daí, naturalmente, a sua descoberta “surpreendente” mas cá vão mais umas ligações: https://aviagemdosargonautas.net/2013/11/2
É evidente que ele passa por cima da mais séria acção política, até hoje verificada, de querer salvar o SNS (https://www.portoeditora.pt/produtos/fi
Dá para ver que também sofre da superavitofobia, talvez a um nível que no lugar da Catarina iria gritar arrepiado: “Não Ponha, Não Ponha, Não Ponha”.
No meio de tantos links (gabo-lhe o empenho) fiquei sem entender quem é que saiu do coma, mas, e já que estamos a falar de saúde, é melhor que em caso de persistência dos sintomas consulte o seu médico ou farmacêutico. A espera pode ser demorada mas isso deve-se ao défice dos serviços.