Bem vê, estaremos decerto perante mais uma “questão estrutural”, nas sábias palavras de Luís Santos. Como tal é deixá-la ficar assim, sossegadinha, e culpar o soberano, isto é, os cidadãos – melhor, os contribuintes, ou melhor ainda, os masoquistas saqueados – por adoecer em Agosto, se empanzinar com o tal bacalhau proibido e, de forma geral, dar trabalho ao coitadinho do SNS. Todo o ano. Ainda o ouviremos, em coerência com as suas afirmações quanto aos fogos, afirmar que as pessoas só adoecem porque não têm cuidado. Há-de ser mera questão de tempo.
Vá lá vá lá esse relatório ainda tem parcelas positivas. O relatório da primavera de 2013 são só parcelas negativas e se calhar foi por isso que a equipa de gestão foi à vida.
Em destaque nuns bons outdoors pelas rotundas, estradas e redondezas … para o pessoal ir lendo. E eles ralam-se bem com isso. Tão bem acomodados que estão por mais un anitos.
A produtividade do SNS é medida custo/serviço prestado ou falta faltas/ausências de pessoal médico? Uma empresa pode ter uma baixa produtividade com elevados níveis de assiduidade. O custo médio com o Pessoal foi com novas admissões ou com aumento salarial?
É exactamente o país a salvar o SNS. Este é que parece não se importar com o país. Sim senhor, aumentar quase 27% de pessoal, 42% em custos para ter 30% quebra de produtividade! Demonstra que não é uma questão nem de pessoal nem de dinheiro. Talvez falte acrescentar a taxa de mortalidade, também aumentada. A Gracinha é que tem razão – é melhor não adoecer – ou morrer logo, Assim, poupamos o SNS. Coitaditos.
Excelente pergunta, Paulo. Temo que fique sem resposta.
Esperemos que alguém responda, Pedro. Enquanto isso não acontece o melhor é ficarmos sentados.
Bem vê, estaremos decerto perante mais uma “questão estrutural”, nas sábias palavras de Luís Santos. Como tal é deixá-la ficar assim, sossegadinha, e culpar o soberano, isto é, os cidadãos – melhor, os contribuintes, ou melhor ainda, os masoquistas saqueados – por adoecer em Agosto, se empanzinar com o tal bacalhau proibido e, de forma geral, dar trabalho ao coitadinho do SNS. Todo o ano.
Ainda o ouviremos, em coerência com as suas afirmações quanto aos fogos, afirmar que as pessoas só adoecem porque não têm cuidado. Há-de ser mera questão de tempo.
Vá lá vá lá esse relatório ainda tem parcelas positivas. O relatório da primavera de 2013 são só parcelas negativas e se calhar foi por isso que a equipa de gestão foi à vida.
O exemplo dado pelo Estado de não exploração!
Outros têm que explorar e serem explorados para que, pelos impostos, viabilizem uma tal não exploração!
Venezuela meu amor. Socialismo ou muerte siempre.
Em destaque nuns bons outdoors pelas rotundas, estradas e redondezas … para o pessoal ir lendo. E eles ralam-se bem com isso. Tão bem acomodados que estão por mais un anitos.

Calma, já está encontrada a solução: vamos ter médicos de família sem especialidade.
A produtividade do SNS é medida custo/serviço prestado ou falta faltas/ausências de pessoal médico?
Uma empresa pode ter uma baixa produtividade com elevados níveis de assiduidade.
O custo médio com o Pessoal foi com novas admissões ou com aumento salarial?
Ou com a redução para as 35h?
É exactamente o país a salvar o SNS. Este é que parece não se importar com o país. Sim senhor, aumentar quase 27% de pessoal, 42% em custos para ter 30% quebra de produtividade! Demonstra que não é uma questão nem de pessoal nem de dinheiro. Talvez falte acrescentar a taxa de mortalidade, também aumentada.
A Gracinha é que tem razão – é melhor não adoecer – ou morrer logo, Assim, poupamos o SNS. Coitaditos.
Catarina Silva
Penso ter sido Sir Humphrey Appleby quem, certa vez, disse que a eficácia do serviço público mede-se pela quantidade de dinheiro que consegue gastar.
Muito bem apanhada, João. A série do “Sim, senhor Ministro” e mais tarde “Sim, senhor Primeiro-Ministro”, tornou-se num clássico intemporal.