As façanhas do Estado como gestor


Paulo Sousa,

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O país quer mesmo salvar o SNS ou pretende apenas manter a mesma equipa de gestão?

13 comentários em “As façanhas do Estado como gestor”

  1. Bem vê, estaremos decerto perante mais uma “questão estrutural”, nas sábias palavras de Luís Santos. Como tal é deixá-la ficar assim, sossegadinha, e culpar o soberano, isto é, os cidadãos – melhor, os contribuintes, ou melhor ainda, os masoquistas saqueados – por adoecer em Agosto, se empanzinar com o tal bacalhau proibido e, de forma geral, dar trabalho ao coitadinho do SNS. Todo o ano.
    Ainda o ouviremos, em coerência com as suas afirmações quanto aos fogos, afirmar que as pessoas só adoecem porque não têm cuidado. Há-de ser mera questão de tempo.

  2. Vá lá vá lá esse relatório ainda tem parcelas positivas. O relatório da primavera de 2013 são só parcelas negativas e se calhar foi por isso que a equipa de gestão foi à vida.

  3. O exemplo dado pelo Estado de não exploração!
    Outros têm que explorar e serem explorados para que, pelos impostos, viabilizem uma tal não exploração!

  4. Em destaque nuns bons outdoors pelas rotundas, estradas e redondezas … para o pessoal ir lendo. E eles ralam-se bem com isso. Tão bem acomodados que estão por mais un anitos.

  5. A produtividade do SNS é medida custo/serviço prestado ou falta faltas/ausências de pessoal médico?
    Uma empresa pode ter uma baixa produtividade com elevados níveis de assiduidade.
    O custo médio com o Pessoal foi com novas admissões ou com aumento salarial?

  6. É exactamente o país a salvar o SNS. Este é que parece não se importar com o país. Sim senhor, aumentar quase 27% de pessoal, 42% em custos para ter 30% quebra de produtividade! Demonstra que não é uma questão nem de pessoal nem de dinheiro. Talvez falte acrescentar a taxa de mortalidade, também aumentada.
    A Gracinha é que tem razão – é melhor não adoecer – ou morrer logo, Assim, poupamos o SNS. Coitaditos.

    Catarina Silva

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