O quadro é bastante subjectivo, penso que seria melhor ser limitado para melhor análise a uma zona (denominador comum) como por ex: países que fazem parte do euro, países do G-20, nações europeias ou relação causal com pelo a quantidade de casos confirmados. Sendo colocado assim apenas nos permite especular / procurar / defender aquilo que cada um pensa ser melhor para o seu país de acordo com o seu sentimento pessoal.
Honestamente, e com o chapéu de gerente, há duas coisas que me chateiam (a título pessoal):
– O layoff é demasiado restritivo – implica um mês (pelo menos) de mau negócio antes de poder ser accionado. Não faz sentido se se quiser planear a coisa.
– As linhas de crédito deviam ser directas do Estado ou com o mínimo de “intermediação” a nível de spreads pelos bancos. Spreadas de 3% são ridículos e avais pessoais um pedido obsceno (mas este último já vem de trás – avais pessoais deviam ser ilegais para empréstimos a empresas).
Grande asneira. Já aprendemos na anterior crise que o que há a fazer numa crise é poupar como a formiguinha e vender as pratas da família. Resultou muito bem antes e vai resultar bem depois,
“Grande asneira.” A que é que se refere? “Resultou muito bem antes e vai resultar bem depois,” Resultou muito bem!! Acha mesmo? Conheço muita gente com opinião contrária.
O quadro é bastante subjectivo, penso que seria melhor ser limitado para melhor análise a uma zona (denominador comum) como por ex: países que fazem parte do euro, países do G-20, nações europeias ou relação causal com pelo a quantidade de casos confirmados. Sendo colocado assim apenas nos permite especular / procurar / defender aquilo que cada um pensa ser melhor para o seu país de acordo com o seu sentimento pessoal.
WW
Lá está você a duvidar de “dados normalizados” — até parece aqui o je
Honestamente, e com o chapéu de gerente, há duas coisas que me chateiam (a título pessoal):
– O layoff é demasiado restritivo – implica um mês (pelo menos) de mau negócio antes de poder ser accionado. Não faz sentido se se quiser planear a coisa.
– As linhas de crédito deviam ser directas do Estado ou com o mínimo de “intermediação” a nível de spreads pelos bancos. Spreadas de 3% são ridículos e avais pessoais um pedido obsceno (mas este último já vem de trás – avais pessoais deviam ser ilegais para empréstimos a empresas).
pergunta de um total ignorante: isto é bom ou mau? ou seja, gastar 0,5 em medidas orçamentais imediatas em vez de 2,1 é bom ou mau, por exemplo?
aliás, ver isto como “bom” ou “mau” faz sentido?
o que é “bom” e o que é “mau”, no seu/nosso contexto?
qual é afinal o “contexto”? será o mesmo contexto daqui a um mês, 13 de maio?
Não percebi nada.
” medidas orçamentais imediatas”. Isto significa o quê? E o resto? E que resulta da comparação como os outros países?
Grande asneira. Já aprendemos na anterior crise que o que há a fazer numa crise é poupar como a formiguinha e vender as pratas da família. Resultou muito bem antes e vai resultar bem depois,
“Grande asneira.”
A que é que se refere?
“Resultou muito bem antes e vai resultar bem depois,” Resultou muito bem!! Acha mesmo? Conheço muita gente com opinião contrária.