As coisas são o que são


Pedro Correia,

Em democracia há sempre alternativas: só a ditadura as não tolera.

20 comentários em “As coisas são o que são”

    1. O mesmo sucede comigo, Samuel. E também quando ouço multiplicarem-se vozes de gente supostamente responsável em defesa de um governo de “salvação nacional”, acima dos partidos, em busca desse objectivo inatingível em democracia que é um Executivo sem “crises” nem “contestação popular”. Como se isso existisse, particularmente em democracia.

  1. Nesta Democracia não há alternativa ao currículo da Escola Publica. É proibido pela maioria.
    Tal como o PS e José Sócrates pode aumentar a Dívida para quase o dobro a todos os portugueses. E o PSD não ficou muito distante.
    Todos eles reclamam e têm pena de não poder imprimir e desvalorizar.
    É a Ditadura da Maioria.

    Acontece em Democracia, como aliás ficará melhor à vista de todos no mundo Árabe.
    A Democracia não impede muitos aspectos da Ditadura.
    É preciso mais que Democracia. È preciso mais limites ao Poder.

    1. Lucky: o maior limite ao poder, em última circunstância, é o voto. Não me refiro apenas ao acto de votar. Basta este direito estar consagrado no nosso ordenamento juridico-constitucional para condicionar o exercício do poder.

    2. Lucklucky, já estou um bocado farto da lamuria “dos maus politicos que temos”, “dos partidos que temos”, etc.
      Os partidos e os politicos que militam nos partidos, são os que há, não temos outros, e nem se podem mandar fazer de encomenda nas Caldas.
      Nas ultimas eleições, 85% dos portugueses votaram no arco partidario PSD/PS/CDS; gostemos ou não, eles são a imagem dos portugueses reflectida do outro lado do espelho que é este país.
      Há alternativa a isto? há concerteza, mas eu vivi 23 anos numa, e confesso que não gostei.

  2. Amigo Pedro:

    A Democracia è uma grande “merda” …

    Mas ainda não inventaram nada melhor!

    Cumprimentos e Esperança!

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