12 comentários em “As canções do século (809)”

  1. Uma acertada escolha para o dia de hoje e tendo por companhia Cat Stevens, foi de mestre! Congratulem-se aqueles que ainda que têm Pai … e o podem abraçar!

    1. sou de gostos estranhos, do velho Gato Esteves sempre preferi o 18th avenue (do Catch the bull at four) o Wild World e até o minúsculo Tea for the Tillerman, do álbum homónimo.

      tipo esquisito oh deuses

  2. Incomparável. Todos.
    Voz, música, letra e os laços.
    Esses laços que não se quebram nunca, apesar de já não serem tocáveis.
    Tive, tivemos, o privilégio de os poder viver.
    Uma escolha excepcionalmente feliz!

  3. “…all the times that i’ve cried Keeping all the things I knew inside, and it’s hard, but it’s harder to ignore it…!”
    Ele há dias singelos em que devemos meter a viola no saco e…tamborilar com os dedos, cantando sussurrado baixinho.
    Talvez alguém oiça….

  4. Raios. E coriscos. Grande escolha…
    1920, 1970, tanto faz.
    (interessante como o discurso de um pai a um filho é diferente do discurso de um pai a uma filha, e estou a lembrar-me muito bem de canções simétricas).

    1. “…Cuando éramos niños
      los viejos tenían como treinta
      un charco era un océano
      la muerte lisa y llana
      no existía

      luego cuando muchachos
      los viejos eran gente de cuarenta
      un estanque era océano
      la muerte solamente
      una palabra

      ya cuando nos casamos
      los ancianos estaban en cincuenta
      un lago era un océano
      la muerte era la muerte
      de los otros

      ahora veteranos
      ya le dimos alcance a la verdad
      el océano es por fin el océano
      pero la muerte empieza a ser
      la nuestra. …”

      pois é na trincheira estamos já nós e prontos para go over the edge…

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