Uma acertada escolha para o dia de hoje e tendo por companhia Cat Stevens, foi de mestre! Congratulem-se aqueles que ainda que têm Pai … e o podem abraçar!
sou de gostos estranhos, do velho Gato Esteves sempre preferi o 18th avenue (do Catch the bull at four) o Wild World e até o minúsculo Tea for the Tillerman, do álbum homónimo.
Incomparável. Todos. Voz, música, letra e os laços. Esses laços que não se quebram nunca, apesar de já não serem tocáveis. Tive, tivemos, o privilégio de os poder viver. Uma escolha excepcionalmente feliz!
“…all the times that i’ve cried Keeping all the things I knew inside, and it’s hard, but it’s harder to ignore it…!” Ele há dias singelos em que devemos meter a viola no saco e…tamborilar com os dedos, cantando sussurrado baixinho. Talvez alguém oiça….
Raios. E coriscos. Grande escolha… 1920, 1970, tanto faz. (interessante como o discurso de um pai a um filho é diferente do discurso de um pai a uma filha, e estou a lembrar-me muito bem de canções simétricas).
Uma acertada escolha para o dia de hoje e tendo por companhia Cat Stevens, foi de mestre! Congratulem-se aqueles que ainda que têm Pai … e o podem abraçar!
Diz bem, Ana.
Velharia gostosa. No dia certo.
sou de gostos estranhos, do velho Gato Esteves sempre preferi o 18th avenue (do Catch the bull at four) o Wild World e até o minúsculo Tea for the Tillerman, do álbum homónimo.
tipo esquisito oh deuses
‘Wild World’ já passou por cá. Outras dele virão.
Hoje só poderia ser mesmo esta, compadre.
Incomparável. Todos.
Voz, música, letra e os laços.
Esses laços que não se quebram nunca, apesar de já não serem tocáveis.
Tive, tivemos, o privilégio de os poder viver.
Uma escolha excepcionalmente feliz!
Obrigado, caríssima. Certos elos, de facto, não se quebram nunca.
“…all the times that i’ve cried Keeping all the things I knew inside, and it’s hard, but it’s harder to ignore it…!”
Ele há dias singelos em que devemos meter a viola no saco e…tamborilar com os dedos, cantando sussurrado baixinho.
Talvez alguém oiça….
Julgo que sim. Há sempre alguém que ouve.
Raios. E coriscos. Grande escolha…
1920, 1970, tanto faz.
(interessante como o discurso de um pai a um filho é diferente do discurso de um pai a uma filha, e estou a lembrar-me muito bem de canções simétricas).
“…Cuando éramos niños
los viejos tenían como treinta
un charco era un océano
la muerte lisa y llana
no existía
luego cuando muchachos
los viejos eran gente de cuarenta
un estanque era océano
la muerte solamente
una palabra
ya cuando nos casamos
los ancianos estaban en cincuenta
un lago era un océano
la muerte era la muerte
de los otros
ahora veteranos
ya le dimos alcance a la verdad
el océano es por fin el océano
pero la muerte empieza a ser
la nuestra. …”
pois é na trincheira estamos já nós e prontos para go over the edge…