“We both know what memories can bring. They bring diamonds and rust.”
Joan Baez é do tempo em que a letra pesava bastante na qualidade das canções. Não fui vê-la agora por puro medo de decepção, já me bastou o meu amado Moustaki a arrastar os pés no palco, com uns sapatos que pareciam chinelos. Prefiro guardá-la na memória com o vigor de outros tempos.
Ouvi essa canção ontem, aqui no Porto: Diamonds and Rust – Live, 2010!
Hoje vai cantá-la em Lisboa, no Coliseu.
Fui grande, grande fã da Joan. Outra canção dela indispensável é ‘The Night They Drove Old Dixie Down’.
Também eu. E sempre gostei de ouvi-la cantar “We Shall Overcome”. A minha costela esquerdista vibra sempre quando a ouço.
Isso não será reumatismo?
😉
Infelizmente, não cantou essa.
Deve ser do reumatismo.
A versão de Judas Priest desta música consegue ser ainda melhor do que a original.
Parece que o Judas comprou o original por três dinheiros…
Essa faz-me lembrar que a ‘Ópera dos Três Vinténs’, de Brecht-Kurt Weill, tem várias canções que também devem passar por cá.
“We both know what memories can bring.
They bring diamonds and rust.”
Joan Baez é do tempo em que a letra pesava bastante na qualidade das canções. Não fui vê-la agora por puro medo de decepção, já me bastou o meu amado Moustaki a arrastar os pés no palco, com uns sapatos que pareciam chinelos. Prefiro guardá-la na memória com o vigor de outros tempos.
Não imagina o que perdeu (ou vai perder).
Acredito, Carlos. Vi um cheirinho na SIC Notícias e pareceu-me ainda em boa forma.
Não sei se será o caso, Ana, mas percebo-te bem. Lembro-me logo do Sinatra, que metia dó. Ou da Amália.
É isso, João. Mas parece que não é mesmo o caso da Joan Baez. Ainda bem, por ela.