Absolutamente fantástico mesmo, Sofia. O meu preferido do Almodóvar e um dos grandes filmes desta década. A cena em que aparece o Caetano é de antologia.
Foi o Caetano quem deu a esta velha canção popular uma outra dimensão, por isso é justíssimo que esteja aqui a versão dele. E o filme que é a obra prima do Almodôvar (para mim, claro) também não é alheio a essa magia…
Ohhh que se passou com o meu comentário? Tinha deixado um que se perdeu, deve ter sido a hora tardia :)) Como diz a Ana, Caetano Veloso transfigurou este cucurrucucu Paloma “, só ele para dar outra dimensão a esta canção. O filme belíssimo de Almodovar com diversos apontamentos entre eles esta interpretação do Caetano e o bailado da Pina Bausch constituem um universo único e mágico.
Totalmente de acordo, Ariel. Tive a sorte de ver a Pina Bausch ao vivo (ela e toda a magnífica companhia) e fiquei completamente rendida. O filme é um dos filmes da minha vida.
Também vi a Pina Bausch das variadas vezes que esteve em Portugal Ana. Era única. Não a perdia sempre que cá vinha. Tenho um grande fascínio pelo bailado, comprava assinatura na Gulbenkian. Ainda não recuperei do choque de lesa cultura quando acabaram com a companhia de bailado.
É sem dúvida uma excelente reinterpretação da canção de Sebastián Iradier. Foi a canção mais vezes gravada e reinterpretada (a música tem-se mantida inalterada, a letra já não) em vários idiomas – como diz o Pedro – “No More” – cantou Elvis Presley . Há, até, um documentário – La paloma ” de 2008, sobre – ” a história da canção” – dirigido por Sigrid Faltin – escritora e cineasta alemã. Estou curiosa em ouvir as outras versões, Pedro.
Obrigado pelas achegas que aqui trouxe, Maria. O meu critério oscilará: umas vezes trarei aqui os intérpretes originais das canções, outras vezes optarei por versões que poderão ser mais interessantes (ou até mais célebres) por qualquer motivo. Há o caso famoso do ‘My Way’, do Sinatra, que começou por ser uma canção francesa do Claude François. E tantos, tantos outros.
O critério é bom, Pedro, permite-me recordar e conhecer outras versões e em outros contextos. Estimulada pelas suas escolhas, Pedro, dou por mim, muitas vezes, levada pelos caminhos do “vídeo” a ouvir jovens músicos que, não resistindo ao apelo inspirador dessas “canções”, experimentam novas versões. Eu gosto do exercício, vou-me actualizando…
Grande, grande escolha. E o filme é assim absolutamente fantástico.
Absolutamente fantástico mesmo, Sofia. O meu preferido do Almodóvar e um dos grandes filmes desta década. A cena em que aparece o Caetano é de antologia.
BOM DIA!! BOM ANO!!
abraço
de volta ás rotinas…
Cá estamos. E ainda bem. Bom ano, Pedro. Um abraço.
Foi o Caetano quem deu a esta velha canção popular uma outra dimensão, por isso é justíssimo que esteja aqui a versão dele. E o filme que é a obra prima do Almodôvar (para mim, claro) também não é alheio a essa magia…
Ohhh que se passou com o meu comentário? Tinha deixado um que se perdeu, deve ter sido a hora tardia :))
Como diz a Ana, Caetano Veloso transfigurou este cucurrucucu Paloma “, só ele para dar outra dimensão a esta canção. O filme belíssimo de Almodovar com diversos apontamentos entre eles esta interpretação do Caetano e o bailado da Pina Bausch constituem um universo único e mágico.
Totalmente de acordo, Ariel. Tive a sorte de ver a Pina Bausch ao vivo (ela e toda a magnífica companhia) e fiquei completamente rendida. O filme é um dos filmes da minha vida.
Também vi a Pina Bausch das variadas vezes que esteve em Portugal Ana. Era única. Não a perdia sempre que cá vinha. Tenho um grande fascínio pelo bailado, comprava assinatura na Gulbenkian. Ainda não recuperei do choque de lesa cultura quando acabaram com a companhia de bailado.
Para já…
De uma paixão mortal
e toda a sua dor
surge um canto brutal
com todo o esplendor.
(mais tarde, seguirá uma quadra à simbólica “pomba”/”paloma”)
Paloma, a elegância do ser e do parecer de “Tranquilamente cúmplices”…
A vida a desfalecer
em versos arrebatados,
a elegância do ser
em sentimentos cantados.
Boa escolha Pedro.
As canções do século, também não é nada má ideia.
Será efeitos da gripe?
Bom 2010!
Se aparecer alguma gripe, que seja ligeirita!
Se for gripe, desta vez que seja a B. Ou a Z. A outra não deixou saudades.
Bom 2010!
Parabéns, Pedro por esta sua nova série. Gosto muito desta versão do Cucurru Paloma.
Ainda bem que gostou, Ana. E atrevo-me a antecipar que gostará de muitas mais. Em vários idiomas.
É sem dúvida uma excelente reinterpretação da canção de Sebastián Iradier.
Foi a canção mais vezes gravada e reinterpretada (a música tem-se mantida inalterada, a letra já não) em vários idiomas – como diz o Pedro – “No More” – cantou Elvis Presley . Há, até, um documentário – La paloma ” de 2008, sobre – ” a história da canção” – dirigido por Sigrid Faltin – escritora e cineasta alemã. Estou curiosa em ouvir as outras versões, Pedro.
Obrigado pelas achegas que aqui trouxe, Maria. O meu critério oscilará: umas vezes trarei aqui os intérpretes originais das canções, outras vezes optarei por versões que poderão ser mais interessantes (ou até mais célebres) por qualquer motivo. Há o caso famoso do ‘My Way’, do Sinatra, que começou por ser uma canção francesa do Claude François. E tantos, tantos outros.
O critério é bom, Pedro, permite-me recordar e conhecer outras versões e em outros contextos. Estimulada pelas suas escolhas, Pedro, dou por mim, muitas vezes, levada pelos caminhos do “vídeo” a ouvir jovens músicos que, não resistindo ao apelo inspirador dessas “canções”, experimentam novas versões. Eu gosto do exercício, vou-me actualizando…
A versão da Luz Casal é também muito boa!