18 comentários em “As canções do século (4)”

  1. Foi o Caetano quem deu a esta velha canção popular uma outra dimensão, por isso é justíssimo que esteja aqui a versão dele. E o filme que é a obra prima do Almodôvar (para mim, claro) também não é alheio a essa magia…

    1. Ohhh que se passou com o meu comentário? Tinha deixado um que se perdeu, deve ter sido a hora tardia :))
      Como diz a Ana, Caetano Veloso transfigurou este cucurrucucu Paloma “, só ele para dar outra dimensão a esta canção. O filme belíssimo de Almodovar com diversos apontamentos entre eles esta interpretação do Caetano e o bailado da Pina Bausch constituem um universo único e mágico.

      1. Totalmente de acordo, Ariel. Tive a sorte de ver a Pina Bausch ao vivo (ela e toda a magnífica companhia) e fiquei completamente rendida. O filme é um dos filmes da minha vida.

        1. Também vi a Pina Bausch das variadas vezes que esteve em Portugal Ana. Era única. Não a perdia sempre que cá vinha. Tenho um grande fascínio pelo bailado, comprava assinatura na Gulbenkian. Ainda não recuperei do choque de lesa cultura quando acabaram com a companhia de bailado.

  2. Boa escolha Pedro.

    As canções do século, também não é nada má ideia.
    Será efeitos da gripe?

    Bom 2010!
    Se aparecer alguma gripe, que seja ligeirita!

      1. É sem dúvida uma excelente reinterpretação da canção de Sebastián Iradier.
        Foi a canção mais vezes gravada e reinterpretada (a música tem-se mantida inalterada, a letra já não) em vários idiomas – como diz o Pedro – “No More” – cantou Elvis Presley . Há, até, um documentário – La paloma ” de 2008, sobre – ” a história da canção” – dirigido por Sigrid Faltin – escritora e cineasta alemã. Estou curiosa em ouvir as outras versões, Pedro.

        1. Obrigado pelas achegas que aqui trouxe, Maria. O meu critério oscilará: umas vezes trarei aqui os intérpretes originais das canções, outras vezes optarei por versões que poderão ser mais interessantes (ou até mais célebres) por qualquer motivo. Há o caso famoso do ‘My Way’, do Sinatra, que começou por ser uma canção francesa do Claude François. E tantos, tantos outros.

          1. O critério é bom, Pedro, permite-me recordar e conhecer outras versões e em outros contextos. Estimulada pelas suas escolhas, Pedro, dou por mim, muitas vezes, levada pelos caminhos do “vídeo” a ouvir jovens músicos que, não resistindo ao apelo inspirador dessas “canções”, experimentam novas versões. Eu gosto do exercício, vou-me actualizando…

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *