É. Non em vez de Ne. Os conhecimentos de francês já não são o que eram. Ou então é um problema de ortografia “desunificada”. Temos de exportar para lá um ‘maître’ que eu cá sei a ver se trata disso.
E eis como um fado pode acontecer no plat pays. Os alicereces emocionais são os mesmos. (um eterno assombro, esta música e todos os temas deste homem absolutamente único, nada giro e muitíssimo talentoso 🙂
As minhas primeiras mesadas foram todas gastas em discos de Brel . Ele ensinou-me tantas coisas… e ainda hoje, sempre que o ouço, há algo de novo que se impõe. Por isso eu nunca o deixarei…
Oui , je n’ai jamais pu t’oublier , jamais…;)) Sobre a canção, ´Pedro, está tudo dito….Por pouco não me cruzei com Brel aqui nos Açores – quando em setembro de 1974, passou pela cidade da Horta no seu iate Askoy e fez amizade com uma famíla minha conhecida…Deixo uma ligação ao blog que fala sobre essa viagem. http://cantodobrel.blogspot.com/2009/09/jacques-brel-na-ilha-do-faial.html
Tenho ideia de ter lido há muito tempo que um dia perguntaram a Brel qual era, de todas as suas canções, a que preferia. Neste contexto Brel terá respondido que só não gostava do «Ne me quite pas» porque o personagem é um idiota, mas a canção era a preferida do público e por isso ele continuava a contá-la . Na altura eu já tinha todos os discos dele (ainda tenho, agora também em CD) e achei piada, por ser também a minha opinião. Ainda assim, o «Ne me quite pas» é, sem dúvida, uma grande canção. De todas, a minha preferida talvez seja esta: http://www.youtube.com/watch?v=h1Gd_5R8GM4
Não me abatam, não me esconjurem, não me amaldiçoem mas não gosto de Jacques Brel nem de Leonard Cohen nem de Leo Ferré nem de Nick Cave. Há algo que os une e que detesto. A minha pobre mãe já foi confrontada com este facto quando lhe perguntaram como era possível ter-me educado assim, referindo-se o acusador a Jacques Brel. Não sei explicar mas não gosto nada.
Não gostas deles porquê? Fiquei com vontade de saber. Eu gosto de todos eles, em graus diferentes. Ferré já passou por cá, Cohen e Cave, obviamente, também aqui virão.
Laisse-moi devenir
L’ombre de ton ombre
L’ombre de ta main
L’ombre de ton chien
Ouvir repetidamente e chorar por mais…
L’ombre pour pleurer.
Eheh, essa tem direitos de autor…
Por acaso a propósito de uma interpretação igual à gaffe: pouco feliz
Je ne vais plus pleurer. Je ne vais plus parler. Je me cacherai là. À te regarder ….
:))
Hum…
O título tem um erro, na abertura do vídeo.
É. Non em vez de Ne. Os conhecimentos de francês já não são o que eram. Ou então é um problema de ortografia “desunificada”. Temos de exportar para lá um ‘maître’ que eu cá sei a ver se trata disso.
Talvez Monsieur Malèque Castelaire.
Imortal!!
Brel, toujours.
E eis como um fado pode acontecer no plat pays. Os alicereces emocionais são os mesmos.
(um eterno assombro, esta música e todos os temas deste homem absolutamente único, nada giro e muitíssimo talentoso 🙂
Muito bem observado, Chloé: “um fado pode acontecer no plat pays.”
.. cresci com ele a rodar no gira-discos 😉 a minha Mãe é ainda hoje fã da música deste senhor.
Brel há-de voltar cá para nos dar mais música. Também em homenagem à sua Mãe, Catarina.
.. sempre gentil, Pedro 🙂 Obrigada.
As minhas primeiras mesadas foram todas gastas em discos de Brel . Ele ensinou-me tantas coisas… e ainda hoje, sempre que o ouço, há algo de novo que se impõe. Por isso eu nunca o deixarei…
Nem eu, Ana.
Oui , je n’ai jamais pu t’oublier , jamais…;)) acques-brel-na-ilha-do-faial.html
Sobre a canção, ´Pedro, está tudo dito….Por pouco não me cruzei com Brel aqui nos Açores – quando em setembro de 1974, passou pela cidade da Horta no seu iate Askoy e fez amizade com uma famíla minha conhecida…Deixo uma ligação ao blog que fala sobre essa viagem.
http://cantodobrel.blogspot.com/2009/09/j
Que saudades da Horta, Maria. Souberam-me a pouco os dias que lá estive.
Definitivamente, uma das grandes canções do século. De qualquer século, aliás. Como o próprio Brel.
De qualquer século, de facto, Ana.
Rendo-me a Brel e a esta música, Pedro.
Mesmo quem não aprecia música francesa rende-se a esta canção eterna, Mike.
Esta dupla (canção e intérprete) são do século, do milénio, de sempre, de todos os tempos…
Uma comoção total.
:)))
Diz bem, Maria do Sol: comoção total.
Tenho ideia de ter lido há muito tempo que um dia perguntaram a Brel qual era, de todas as suas canções, a que preferia. Neste contexto Brel terá respondido que só não gostava do «Ne me quite pas» porque o personagem é um idiota, mas a canção era a preferida do público e por isso ele continuava a contá-la . Na altura eu já tinha todos os discos dele (ainda tenho, agora também em CD) e achei piada, por ser também a minha opinião. Ainda assim, o «Ne me quite pas» é, sem dúvida, uma grande canção. De todas, a minha preferida talvez seja esta: GM4
http://www.youtube.com/watch?v=h1Gd_5R8
Este tema, salvo erro, é do último disco dele, gravado quando se encontrava já muito doente. Brel há-de voltar aqui, várias vezes.
É do último álbum, sim, gravado pouco antes de morrer.
Óptimo! 🙂
Errata: escrevi «contá-la» mas é cantá-la
[acho que (ainda) se pode dizer assim, com ou sem acordo, mas confesso que já não tenho a certeza de nada … ]
Não me abatam, não me esconjurem, não me amaldiçoem mas não gosto de Jacques Brel nem de Leonard Cohen nem de Leo Ferré nem de Nick Cave. Há algo que os une e que detesto. A minha pobre mãe já foi confrontada com este facto quando lhe perguntaram como era possível ter-me educado assim, referindo-se o acusador a Jacques Brel. Não sei explicar mas não gosto nada.
Não gostas deles porquê? Fiquei com vontade de saber. Eu gosto de todos eles, em graus diferentes. Ferré já passou por cá, Cohen e Cave, obviamente, também aqui virão.
Não sei explicar muito bem, mas acho-os enfadonhos e monocórdicos.
E ainda: isto de pedir a alguém para não o deixar é incompatível com as almas Gémeos. Certo, Pedro?
Hum, já que tocas no assunto: qual seria o signo do Brel? Ignoro.
Carneiro, fui ver agora.
Carneiro condiz pouco com a letra que Brel tão bem cantou.