É verdade, compadre. Mas ninguém cantou ‘Crazy’ com tanta alma como a malograda Patsy Cline. Responder
Também acho. É uma espécie de desespero que só tem paralelo no “Ne me quittes pas” do Brel. Responder
Um clássico extraordinário com inúmeras interpretações ao longo de várias décadas.
É verdade, compadre. Mas ninguém cantou ‘Crazy’ com tanta alma como a malograda Patsy Cline.
Também acho. É uma espécie de desespero que só tem paralelo no “Ne me quittes pas” do Brel.
Exacto.