A Tieta foi a meu ver a melhor adaptação à televisão de qualquer obra do Jorge Amado que eu tenha lido e depois visto transposta para filme. Talvez se tenha perdido um pouco no “esticar” de capítulos, tão comum a uma telenovela, mas ganhou imensamente em pormenores e interpretações.
Já se fizeram ( O Astro, a Gabriela) remakes das novelas mais marcantes, mas não creio que conseguissem interpretes com o carisma dos de Tieta … um milímetro abaixo , coloco o Roque Santeiro, por exemplo, que se encaixa perfeitamente nos mesmos parâmetros.
Depois, acho que me deixei de novelas, porque eram todas basicamente vira o disco e toca o mesmo…
De acordo, Dulce. E com uma banda sonora extraordinária. Confesso ter gostado muito também da versão de 2012 da ‘Gabriela’, exibida à época na SIC. Tinha as qualidades da versão de 1975 mas beneficiou por não ser condicionada pela censura do regime militar vigente na década de 70, aproximando-se assim da letra e do espírito do romance de Jorge Amado.
Daqui e até final do mês, 10+7 = 17.
Por isso, esta é 2017, assim como a de 31 de Julho será 31+7=38, ou seja 2038.
Não conto viver tanto tempo…
O futuro é uma assombrosa e arrepiante incógnita, daMaia.
(E com este comentário deu-me uma boa sugestão para uma série pós-Canções do Século)
http://www.youtube.com/watch?v=lFmsd4TVW qI
Como não me lembrei dessa?
Obrigado, GdS.
Muito bom ! 🙂 🙂 🙂
Gosto muito. Da canção e da fabulosa interpretação da Elba Ramalho. De uma telenovela brasileira de que gostei muito: ‘Tieta’.
A Tieta foi a meu ver a melhor adaptação à televisão de qualquer obra do Jorge Amado que eu tenha lido e depois visto transposta para filme.
Talvez se tenha perdido um pouco no “esticar” de capítulos, tão comum a uma telenovela, mas ganhou imensamente em pormenores e interpretações.
Já se fizeram ( O Astro, a Gabriela) remakes das novelas mais marcantes, mas não creio que conseguissem interpretes com o carisma dos de Tieta … um milímetro abaixo , coloco o Roque Santeiro, por exemplo, que se encaixa perfeitamente nos mesmos parâmetros.
Depois, acho que me deixei de novelas, porque eram todas basicamente vira o disco e toca o mesmo…
De acordo, Dulce. E com uma banda sonora extraordinária.
Confesso ter gostado muito também da versão de 2012 da ‘Gabriela’, exibida à época na SIC. Tinha as qualidades da versão de 1975 mas beneficiou por não ser condicionada pela censura do regime militar vigente na década de 70, aproximando-se assim da letra e do espírito do romance de Jorge Amado.