Qual Sócrates, qual Passos. Eles cantam bem, mas não me alegram. Já esta senhora… hum que voz! Uma das vozes da minha vida, se é que se pode falar em vozes da nossa vida. E já agora, também gosto muito deste tema.
Uma das mais belas canções brasileiras que cantam a “dor de cotovelo”, como dizem os nossos irmãos. E há tantas… Diz Vinicius de Moraes, na canção “Berimbau”, que “o amor só é bom se doer”. E já os nossos trovadores medievais sabiam disso.
Há uma outra canção que considero magnífica, “Apelo”, com poema de Vinicius e música de Baden Powell. Bethânia também a canta, e muito bem, mas há uma interpretação, que está no Youtube, inesquecível, a de Elizeth Cardoso, aquela a quem chamaram a divina. Um espanto! Fico à espera que a coloque aqui.
Correcção: onde refiro a canção “Berimbau”, devia referir “Canto de Ossanha”.
Já agora, não me lembro se já aqui apareceu Maysa, outra voz poderosa da música brasileira. Lembrei-me dela a propósito do “Canto de Ossanha”. Toda a música brasileira é um mundo grandioso pelos seus compositores, poetas, estilos e intérpretes. As suas escolhas têm dado bem “conta do recado”. É bom entrar aqui e encontrar estas surpresas que nos confortam.
Venham mais. Como diz, a música brasileira é imprescindível. Até pelo seu carácter universal: nada leva tanto a língua portuguesa a qualquer canto do mundo.
Também estava lá no Coliseu, provavelmente pertinho dos Delitos todos…
Na verdade eu acho que o sucesso desta canção maravilhosamente interpretada, se deve ao facto da identificação sentimental com o público. De facto, como diz a Leonor arrepia, porque de uma forma mais ou menos intensa, todos nós passámos pela situação e revivê-la traz sempre á memória muita lembrança que ficou lá para trás nos meandros do passado.
Qual Sócrates, qual Passos. Eles cantam bem, mas não me alegram. Já esta senhora… hum que voz! Uma das vozes da minha vida, se é que se pode falar em vozes da nossa vida. E já agora, também gosto muito deste tema.
O Chico Buarque alegra o José Sócrates. O gabinete do primeiro-ministro alegava o contrário, mas o Chico negou.
Ui, isto é um caso muito sério.
Sem dúvida, Ana. Um caso sério – de letra, música e interpretação. Este é um dos temas que mais identificam a Bethânia com o seu público.
Uma das mais belas canções brasileiras que cantam a “dor de cotovelo”, como dizem os nossos irmãos. E há tantas…
Diz Vinicius de Moraes, na canção “Berimbau”, que “o amor só é bom se doer”. E já os nossos trovadores medievais sabiam disso.
Há uma outra canção que considero magnífica, “Apelo”, com poema de Vinicius e música de Baden Powell. Bethânia também a canta, e muito bem, mas há uma interpretação, que está no Youtube, inesquecível, a de Elizeth Cardoso, aquela a quem chamaram a divina. Um espanto! Fico à espera que a coloque aqui.
Sugestão acolhida. Está já na lista.
Correcção: onde refiro a canção “Berimbau”, devia referir “Canto de Ossanha”.
Já agora, não me lembro se já aqui apareceu Maysa, outra voz poderosa da música brasileira. Lembrei-me dela a propósito do “Canto de Ossanha”. Toda a música brasileira é um mundo grandioso pelos seus compositores, poetas, estilos e intérpretes. As suas escolhas têm dado bem “conta do recado”. É bom entrar aqui e encontrar estas surpresas que nos confortam.
Obrigado por ter aceite a minha sugestão.
Venham mais. Como diz, a música brasileira é imprescindível. Até pelo seu carácter universal: nada leva tanto a língua portuguesa a qualquer canto do mundo.
Até fiquei arrepiada. Vi-a uma vez ao vivo há cinco anos exactamente no Cool Jazz Fest no Jardim do Cerco em Mafra e foi uma experiência única.
Também já a ouvi ao vivo, no Coliseu. Podia dizer que gostei, mas seria dizer pouco.
Também estava lá no Coliseu, provavelmente pertinho dos Delitos todos…
Na verdade eu acho que o sucesso desta canção maravilhosamente interpretada, se deve ao facto da identificação sentimental com o público.
De facto, como diz a Leonor arrepia, porque de uma forma mais ou menos intensa, todos nós passámos pela situação e revivê-la traz sempre á memória muita lembrança que ficou lá para trás nos meandros do passado.
A Maria Bethânia vai cá voltar, dentro de dias. E o irmão, Caetano, também. Infelizmente estarei fora, não poderei ir desta vez.
Estive no primeiro concerto que ela deu em Portugal, no Coliseu dos Recreios, há mais de 20 anos. Inesquecivel.
Privilegiada, Ariel. Há vinte anos só a conhecia de discos – alguns dos discos da minha vida, como “Alibi” e “Ciclo”.