Estive quase a pôr a versão dos Shadows para furar a regra de não haver temas instrumentais nesta série, que já vai tão longa. Mas esta versão cantada tornou desnecessária essa excepção. Os Shadows aparecerão mais tarde, noutra série, quando esta terminar. Dedicada em exclusivo aos instrumentais (com Santana, Piazzolla, Gismonti, Django Reinhardt, Coltrane, Ry Cooder, Paredes e tantos outros).
Dos irmãos Johnny e Santo Farina, escrita em 1959. Ainda que eles tivessem escrito a letra nunca a cantaram.
Uma das primeiras versões foi esta que aqui apresenta, ainda do mesmo ano.
Escrita para ser tocada em guitarra, num estilo em que uma das mãos toca e a outra vai ajustando o tom das cordas com uma peça deslizante em metal, é mais adequada para versões instrumentais.
Por isso a maior parte das versões são de intérpretes, conjuntos e orquestras sem vocalista, entre eles Al Caiola, Paul Mauriat, The Shadows, Les Paul, Tom Doughty, The Ventures, California Guitar Trio, Jake Shimabukuro, Danny Gatton, Larry Carlton, Deftones, Leo Kottke, Chet Atkins, B. J. Cole ,Carlos Santana.
PS- Evito o anglicismo “cover” mas é um facto que “versão” nem sempre representa tão bem a ideia.
Meu caro: muito enriquece esta rubrica, uma vez mais, com as suas notas. De facto, este tema celebrizou-se essencialmente na sua versão instrumental. À qual depois alguém pôs letra – como sucedeu a tantos outros temas instrumentais célebres, de ‘In the Mood’ aos nossos ‘Verdes Anos’ – e o êxito repetiu-se, desta vez na versão cantada. Um dia destes vou começar a pensar na série que sucederá às “canções do século”. Será algo do género “temas do século” – só com versões instrumentais.
Coincidência: também evito esse anglicismo sem deixar de concordar com a sua adenda.
Mais coincidências, tanto do seu como do meu agrado.
Como tinha que fazer aqui uns bons quilómetros por estradas da Beira Interior resolvi levar para o carro um duplo CD de música leve e, à sua maneira, repousante.
Sempre a aprender: não conhecia nem a cantora, nem esta versão cantada do grande exito dos Shadows.
Estive quase a pôr a versão dos Shadows para furar a regra de não haver temas instrumentais nesta série, que já vai tão longa. Mas esta versão cantada tornou desnecessária essa excepção. Os Shadows aparecerão mais tarde, noutra série, quando esta terminar. Dedicada em exclusivo aos instrumentais (com Santana, Piazzolla, Gismonti, Django Reinhardt, Coltrane, Ry Cooder, Paredes e tantos outros).
Dos irmãos Johnny e Santo Farina, escrita em 1959.
Ainda que eles tivessem escrito a letra nunca a cantaram.
Uma das primeiras versões foi esta que aqui apresenta, ainda do mesmo ano.
Escrita para ser tocada em guitarra, num estilo em que uma das mãos toca e a outra vai ajustando o tom das cordas com uma peça deslizante em metal, é mais adequada para versões instrumentais.
Por isso a maior parte das versões são de intérpretes, conjuntos e orquestras sem vocalista, entre eles Al Caiola, Paul Mauriat, The Shadows, Les Paul, Tom Doughty, The Ventures, California Guitar Trio, Jake Shimabukuro, Danny Gatton, Larry Carlton, Deftones, Leo Kottke, Chet Atkins, B. J. Cole ,Carlos Santana.
PS- Evito o anglicismo “cover” mas é um facto que “versão” nem sempre representa tão bem a ideia.
Meu caro: muito enriquece esta rubrica, uma vez mais, com as suas notas. De facto, este tema celebrizou-se essencialmente na sua versão instrumental. À qual depois alguém pôs letra – como sucedeu a tantos outros temas instrumentais célebres, de ‘In the Mood’ aos nossos ‘Verdes Anos’ – e o êxito repetiu-se, desta vez na versão cantada.
Um dia destes vou começar a pensar na série que sucederá às “canções do século”. Será algo do género “temas do século” – só com versões instrumentais.
Coincidência: também evito esse anglicismo sem deixar de concordar com a sua adenda.
Um abraço.
Mais coincidências, tanto do seu como do meu agrado.
Como tinha que fazer aqui uns bons quilómetros por estradas da Beira Interior resolvi levar para o carro um duplo CD de música leve e, à sua maneira, repousante.
Portanto andei esta tarde a ouvir isto:
http://www.israbox.org/1146377723-va-ins trumental-memories-are-made-of-this-2004.h tml
Suponho que na listagem das 54 lá encontrará quase todas as que tinha em carteira para a sua nova série, mas pode ser que uma ou outra ainda não.
Que os quilómetros me pareceram bastante menos lá isso é um facto!
Abraço
PS- No disco 2 tem o “Albatross” de Peter Green, que teve como inspiração este mesmo “Sleep Walk”.
Mas também tem o “Yaketi Sax” que decerto lhe recordará algo…
https://www.youtube.com/watch?v=ZnHmskwq CCQ
Acho que o meu comentário anterior “partiu” como Anónimo, é da fome, está na minha hora como os bébés.
Portanto venho assinar (ou re-assinar).