0 comentários em “As canções do século (1867)”

  1. Retirada de “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”, um álbum completamente inovador sob todos os pontos de vista e não só no que respeita aos próprios Beatles, todo ele recheado de influências musicais múltiplas e em que todas as faixas são excelentes.

    Esta canção é uma das pouquíssimas dos Beatles em que nenhum deles toca instrumento nenhum e sendo acompanhados por uma pequena orquestra,
    parecendo evidente a influência de algo entre a música barroca e o pré-romantismo.

    1. Sublinha, e muito bem, a originalidade de todo o álbum – que, tendo quase 48 anos, continua a soar-nos a “moderno”, o que diz muito sobre a sua intemporalidade (e também sobre a ambiguidade do conceito de “moderno”). Bastaria este disco para assegurar a boa fama de que os Beatles continuam a gozar 45 anos após a separação, que foi mesmo irreversível.
      Sempre grato pelas suas achegas, meu caro.

      1. A redacção do último parágrafo saíu-me bem manhosa!

        Não própriamente fruto da hora pois, como o meu amigo já se deu conta, durmo pouco (ainda que mais que MRS…) mas porque cheguei aqui depois das minhas habituais 2 a 3 horas a ler os jornais on-line europeus e americanos.

        E esta actividade diária deixa-me sempre num estado assim como que para o semi-cataléptico ao constatar que os nossos jornais conseguem interpretar o mundo que nos rodeia de um modo que mais nenhuns conseguem, o que tem consequências evidentes nas cabecinhas dos que só os nacionais lêem.

        Desculpe o off-topic, grande abraço.

          1. A canção passou por cá, aliás fez parte das cem primeiras. Mas confesso que desconhecia esta versão do clássico de McCartney composta em Portugal.

      1. É a canção do século porque, não somente é uma bela canção, mas é também uma canção que capta na perfeição algo que ocorreu nesse século – a emancipação das mulheres.

  2. Tinha 13 anos quando a professora de inglês da altura nos apresentou esta canção na aula. Para além de a letra ter ficado gravada na minha memória, nunca mais deixei de gostar dela.

    1. Também gosto muito de ‘Eleanor Rigby’, Teresa. À medida que esta série se aproxima do fim virão aqui canções cada vez mais seleccionadas. ‘La crème de la crème’. Os leitores do DELITO merecem.

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