Retirada de “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”, um álbum completamente inovador sob todos os pontos de vista e não só no que respeita aos próprios Beatles, todo ele recheado de influências musicais múltiplas e em que todas as faixas são excelentes.
Esta canção é uma das pouquíssimas dos Beatles em que nenhum deles toca instrumento nenhum e sendo acompanhados por uma pequena orquestra, parecendo evidente a influência de algo entre a música barroca e o pré-romantismo.
Sublinha, e muito bem, a originalidade de todo o álbum – que, tendo quase 48 anos, continua a soar-nos a “moderno”, o que diz muito sobre a sua intemporalidade (e também sobre a ambiguidade do conceito de “moderno”). Bastaria este disco para assegurar a boa fama de que os Beatles continuam a gozar 45 anos após a separação, que foi mesmo irreversível. Sempre grato pelas suas achegas, meu caro.
A redacção do último parágrafo saíu-me bem manhosa!
Não própriamente fruto da hora pois, como o meu amigo já se deu conta, durmo pouco (ainda que mais que MRS…) mas porque cheguei aqui depois das minhas habituais 2 a 3 horas a ler os jornais on-line europeus e americanos.
E esta actividade diária deixa-me sempre num estado assim como que para o semi-cataléptico ao constatar que os nossos jornais conseguem interpretar o mundo que nos rodeia de um modo que mais nenhuns conseguem, o que tem consequências evidentes nas cabecinhas dos que só os nacionais lêem.
É a canção do século porque, não somente é uma bela canção, mas é também uma canção que capta na perfeição algo que ocorreu nesse século – a emancipação das mulheres.
Tinha 13 anos quando a professora de inglês da altura nos apresentou esta canção na aula. Para além de a letra ter ficado gravada na minha memória, nunca mais deixei de gostar dela.
Também gosto muito de ‘Eleanor Rigby’, Teresa. À medida que esta série se aproxima do fim virão aqui canções cada vez mais seleccionadas. ‘La crème de la crème’. Os leitores do DELITO merecem.
Retirada de “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”, um álbum completamente inovador sob todos os pontos de vista e não só no que respeita aos próprios Beatles, todo ele recheado de influências musicais múltiplas e em que todas as faixas são excelentes.
Esta canção é uma das pouquíssimas dos Beatles em que nenhum deles toca instrumento nenhum e sendo acompanhados por uma pequena orquestra,
parecendo evidente a influência de algo entre a música barroca e o pré-romantismo.
Sublinha, e muito bem, a originalidade de todo o álbum – que, tendo quase 48 anos, continua a soar-nos a “moderno”, o que diz muito sobre a sua intemporalidade (e também sobre a ambiguidade do conceito de “moderno”). Bastaria este disco para assegurar a boa fama de que os Beatles continuam a gozar 45 anos após a separação, que foi mesmo irreversível.
Sempre grato pelas suas achegas, meu caro.
A redacção do último parágrafo saíu-me bem manhosa!
Não própriamente fruto da hora pois, como o meu amigo já se deu conta, durmo pouco (ainda que mais que MRS…) mas porque cheguei aqui depois das minhas habituais 2 a 3 horas a ler os jornais on-line europeus e americanos.
E esta actividade diária deixa-me sempre num estado assim como que para o semi-cataléptico ao constatar que os nossos jornais conseguem interpretar o mundo que nos rodeia de um modo que mais nenhuns conseguem, o que tem consequências evidentes nas cabecinhas dos que só os nacionais lêem.
Desculpe o off-topic, grande abraço.
Connosco nunca há ‘off-topics’, meu caro. Tudo vem sempre a propósito.
Um abraço.
Durante muitos anos considerada pelos críticos a canção dos acordes perfeitos.
Um abraço
Sou incapaz de escutar esta canção sem me emocionar, Maurício. Uma obra-prima.
Abraço.
http://www.youtube.com/watch?v=ZAsgi3Jb0 4I
Nesta altura do campeonato tenho de cumprimentá-lo pelo seu bom gosto, algo sempre de enaltecer.
Também não é caso para isso…
http://www.youtube.com/watch?v=Y6gCUGaiG 6k
Outra das minhas canções favoritas dos Beatles. Já cá passou, claro. Mas não pela voz do Ray.
Mais uma que já cá deve ter passado:
http://www.youtube.com/watch?v=0KZYBvkVq 0M
A canção passou por cá, aliás fez parte das cem primeiras. Mas confesso que desconhecia esta versão do clássico de McCartney composta em Portugal.
Fabulosa. Esta é verdadeiramente do século.
É bem possível. No final desta série vou propor aos leitores a votação da canção do século.
É a canção do século porque, não somente é uma bela canção, mas é também uma canção que capta na perfeição algo que ocorreu nesse século – a emancipação das mulheres.
Também por isso.
Tinha 13 anos quando a professora de inglês da altura nos apresentou esta canção na aula. Para além de a letra ter ficado gravada na minha memória, nunca mais deixei de gostar dela.
É absolutamente inconfundível, Ana. Diferente de todas as outras.
Adoro. Só não é a minha preferida dos Beatles porque antes para mim vem Eleanor Rigby.
Também gosto muito de ‘Eleanor Rigby’, Teresa. À medida que esta série se aproxima do fim virão aqui canções cada vez mais seleccionadas. ‘La crème de la crème’. Os leitores do DELITO merecem.