Um caso de sucesso curioso, este rapaz que foi buscar o seu nome de cartaz a um compositor alemão que ficou conhecido por uma ópera que escreveu (“Hänsel und Gretel”, nada de muito entusiasmante como obra).
Esta canção é aquela que lhe garantiu o maior sucesso mas, no estilo a que chamaria de modo popularucho de “canastrão”, conseguiu manter-se de tal modo activo que aos 76 anos ainda representou a Grã-Bretanha na Eurovisão .
Como a vida não é só cantar é um bem sucedido empresário na área do imobiliário em vários países do outro lado do Atlântico .
PS – Canastrão ou não , como coleccionador que sou tenho discos dele …
Agradeço-lhe o enquadramento, meu caro. Ou a “contextualização”, como agora é moda dizer-se, com esta nossa mania de complicar sempre um pouco mais aquilo que é simples. De facto, esta canção foi um expoente de uma certa canastrice ‘easy listening’. Mas foi um êxito enorme no início da década de 70.
Eu odiava a “contextualização” e a “abrangência” até me infernizarem a vida com a “alavancagem” …
Não tenho nada contra o “easy listening”, sou aliàs (também) apreciador incondicional do “pai” do dito : Burt Bacharach. A dupla com o letrista Hal David, tão bem cantada por Dionne Warwick, é um marco da música pop.
Não pensei assim sempre, reconheço. Mas tal como noutros casos, à medida que ía aprofundando o meu conhecimento musical (passe a imodéstia), fui-me dando conta da qualidade daquele trabalho. Aliàs que melhor medida dessa qualidade senão o prazer que ainda hoje nos dá?
De resto no caso vertente a “canastrice” vinha mais da pose do que do que cantava ou de como o cantava . Do “Release me” tenho a versão original e uma outra mais tardia ao vivo em Londres.
Sou um grande admirador de Burt Bacharach, um dos maiores compositores de música popular do século XX. Já passaram vários temas dele nas “canções do século”. E outros virão.
Apanhou muito bem o espírito desta série, Dulce. Que se destina também à partilha de ‘recuerdos’ deste género. As canções são como as palavras que por sua vez são como as cerejas…
… esta, por todas as razões https://www.youtube.com/watch?v=orCiC9-p7yE No entanto, qualquer que seja a canção e poderia ainda citar “Les bicyclettes de Belsize”, Humperdink embalou muitos cotas como nós 🙂
Um caso de sucesso curioso, este rapaz que foi buscar o seu nome de cartaz a um compositor alemão que ficou conhecido por uma ópera que escreveu (“Hänsel und Gretel”, nada de muito entusiasmante como obra).
Esta canção é aquela que lhe garantiu o maior sucesso mas, no estilo a que chamaria de modo popularucho de “canastrão”, conseguiu manter-se de tal modo activo que aos 76 anos ainda representou a Grã-Bretanha na Eurovisão .
Como a vida não é só cantar é um bem sucedido empresário na área do imobiliário em vários países do outro lado do Atlântico .
PS – Canastrão ou não , como coleccionador que sou tenho discos dele …
Agradeço-lhe o enquadramento, meu caro. Ou a “contextualização”, como agora é moda dizer-se, com esta nossa mania de complicar sempre um pouco mais aquilo que é simples. De facto, esta canção foi um expoente de uma certa canastrice ‘easy listening’. Mas foi um êxito enorme no início da década de 70.
Eu odiava a “contextualização” e a “abrangência” até me infernizarem a vida com a “alavancagem” …
Não tenho nada contra o “easy listening”, sou aliàs (também) apreciador incondicional do “pai” do dito : Burt Bacharach.
A dupla com o letrista Hal David, tão bem cantada por Dionne Warwick, é um marco da música pop.
Não pensei assim sempre, reconheço.
Mas tal como noutros casos, à medida que ía aprofundando o meu conhecimento musical (passe a imodéstia), fui-me dando conta da qualidade daquele trabalho.
Aliàs que melhor medida dessa qualidade senão o prazer que ainda hoje nos dá?
De resto no caso vertente a “canastrice” vinha mais da pose do que do que cantava ou de como o cantava .
Do “Release me” tenho a versão original e uma outra mais tardia ao vivo em Londres.
Sou um grande admirador de Burt Bacharach, um dos maiores compositores de música popular do século XX. Já passaram vários temas dele nas “canções do século”. E outros virão.
Lembro-me de querer muito este disco, mas deram-me outro dele,
https://www.youtube.com/watch?v=i2601xP4 oH8
que curiosamente trouxe um significado fantástico aos dias frios e chuvosos compensados com uma chávena de chocolate quente com natas :):)
O Arnold, seguindo a corrente musical da época, deu-se melhor do que muitos outros bem melhores do que ele…
Apanhou muito bem o espírito desta série, Dulce. Que se destina também à partilha de ‘recuerdos’ deste género. As canções são como as palavras que por sua vez são como as cerejas…
… esta, por todas as razões https://www.youtube.com/watch?v=orCiC9-p 7yE
No entanto, qualquer que seja a canção e poderia ainda citar “Les bicyclettes de Belsize”, Humperdink embalou muitos cotas como nós 🙂
Abraço
ana maria