Jean Ferrat lançou um album em 1974/75 que se chama “Ferrat Chante Aragon”, que inclui esta canção lindìssima, e que fica na história da música francesa. Para mim “Aimer à perdre la raison”, é mesmo “à perdre la raison”. Com a licença do Pedro Correia:
Fez muito bem em trazer-nos aqui essa hiperligação, caro Alexandre. Porque esse é também um dos objectivos desta série, já com quatro anos de vida ininterrupta: motivar os leitores a conhecer e/ou aprofundar conhecimentos sobre canções de vários géneros e tendências e épocas e idiomas que marcaram de algum modo o século XX.
Atravessei um verão quase mágico com esta canção nos lábios, procurando algo que tinha a certeza que existia e que com demasiada crueza no outono se me revelou. Doces e harmoniosos, a voz de Ferrat e os versos de Aragon foram uma inspiração nessa procura, mas também depois no entendimento de que, apesar de uma corda se ter por uma vez partido, a minha vida não teria sentido sem aquele que um dia veio “à ma rencontre”. Esta canção é um talismã de amor.
Caro Pedro Correia:
E esta versão de 1985, com a voz mais decantada e o aspecto mais charmoso:
http://youtu.be/eedzx73JX-s
Boa versão, sem dúvida. Agradeço-lhe o contributo.
Jean Ferrat lançou um album em 1974/75 que se chama “Ferrat Chante Aragon”, que inclui esta canção lindìssima, e que fica na história da música francesa. Para mim “Aimer à perdre la raison”, é mesmo “à perdre la raison”.
Com a licença do Pedro Correia:
http://www.musicme.com/#/Jean-Ferrat/alb ums/Ferrat-Chante-Aragon:-L’integrale-37 60153642515.html
Fez muito bem em trazer-nos aqui essa hiperligação, caro Alexandre. Porque esse é também um dos objectivos desta série, já com quatro anos de vida ininterrupta: motivar os leitores a conhecer e/ou aprofundar conhecimentos sobre canções de vários géneros e tendências e épocas e idiomas que marcaram de algum modo o século XX.
Esta é, definitivamente, uma das canções da minha vida. Sublime! 🙂
J’aime aussi cette chanson, Isabel.
Atravessei um verão quase mágico com esta canção nos lábios, procurando algo que tinha a certeza que existia e que com demasiada crueza no outono se me revelou. Doces e harmoniosos, a voz de Ferrat e os versos de Aragon foram uma inspiração nessa procura, mas também depois no entendimento de que, apesar de uma corda se ter por uma vez partido, a minha vida não teria sentido sem aquele que um dia veio “à ma rencontre”. Esta canção é um talismã de amor.
Obrigado pelo seu testemunho, tão tocante e tão a propósito.