Este álbum a que pertence a canção que escolheu é um marco na carreira de Frank Sinatra , o que parece um pouco parvo de dizer de uma carreira com tantos marcos.
Poderemos dizer que este é o primeiro álbum temático no sentido em que vai contando uma história , uma história de solidão e de nostalgia por um amor passado ou pelo menos a passar um mau bocado , não necessáriamente de desencanto , as canções estão ligadas por uma lógica e não são apenas um conjunto delas num disco .
Esta foi a 1ª colaboração séria com Nelson Riddle , ao nível do LP , uma dupla que iría dar muito que falar (e ainda dá) . Seguiram-se mais 3 ou 4 discos no mesmo espírito mas pessoalmente não acho que tenham o notável equilíbrio deste . Já há 10 anos que Sinatra andava atrás da ideia , tendo mesmo feito uma tentativa não muito conseguida com o álbum “The Voice” que acabou por servir mais o “cognome” dele do que a carreira .
Muito mais tarde , depois de ter saído da “Capitol” e ter começado a gravar para a sua própria editora – a “Reprise” – Sinatra havia de gravar um dos discos mais estranhos da sua carreira , o quase icónico e quase desconhecido “Watertown” , muito semelhante àquele no conceito base que não nas razões de fundo . É um disco difícil de associar a Sinatra quando se olha superficialmente para estas coisas da música .
A sua escolha poderia assim ter recaído noutras canções mas aquela é uma belíssima canção e é a única do álbum da autoria de Cole Porter . Fez muito bem , mais uma vez .
Tem toda a razão, RMG: este é “o” álbum. Não só o álbum da carreira de Sinatra – não falta quem o considere o melhor de todos, e com razão, mas também o primeiro álbum conceptual digno desse nome, que marcou uma viragem muito profunda na história do disco. Que a partir de então nunca mais foi a mesma. Esta canção do Cole Porter – como tantas outras dele – é verdadeiramente intemporal. Por mais que as modas mudem, nunca passa de moda.
Totalmente de acordo , estão os dois num nível muito semelhante e são de facto os dois melhores de sempre do Sinatra (e se ele gravou álbuns !).
Acaba por funcionar aqui a nossa sensibilidade pessoal , como é natural . E eu caio muito para “In the wee small hours of the morning” . Mas acho mais que lógico o seu X na coluna do meio .
Este álbum a que pertence a canção que escolheu é um marco na carreira de Frank Sinatra , o que parece um pouco parvo de dizer de uma carreira com tantos marcos.
Poderemos dizer que este é o primeiro álbum temático no sentido em que vai contando uma história , uma história de solidão e de nostalgia por um amor passado ou pelo menos a passar um mau bocado , não necessáriamente de desencanto , as canções estão ligadas por uma lógica e não são apenas um conjunto delas num disco .
Esta foi a 1ª colaboração séria com Nelson Riddle , ao nível do LP , uma dupla que iría dar muito que falar (e ainda dá) .
Seguiram-se mais 3 ou 4 discos no mesmo espírito mas pessoalmente não acho que tenham o notável equilíbrio deste .
Já há 10 anos que Sinatra andava atrás da ideia , tendo mesmo feito uma tentativa não muito conseguida com o álbum “The Voice” que acabou por servir mais o “cognome” dele do que a carreira .
Muito mais tarde , depois de ter saído da “Capitol” e ter começado a gravar para a sua própria editora – a “Reprise” – Sinatra havia de gravar um dos discos mais estranhos da sua carreira , o quase icónico e quase desconhecido “Watertown” , muito semelhante àquele no conceito base que não nas razões de fundo .
É um disco difícil de associar a Sinatra quando se olha superficialmente para estas coisas da música .
A sua escolha poderia assim ter recaído noutras canções mas aquela é uma belíssima canção e é a única do álbum da autoria de Cole Porter .
Fez muito bem , mais uma vez .
RuiMG
Tem toda a razão, RMG: este é “o” álbum. Não só o álbum da carreira de Sinatra – não falta quem o considere o melhor de todos, e com razão, mas também o primeiro álbum conceptual digno desse nome, que marcou uma viragem muito profunda na história do disco. Que a partir de então nunca mais foi a mesma.
Esta canção do Cole Porter – como tantas outras dele – é verdadeiramente intemporal. Por mais que as modas mudem, nunca passa de moda.
Se não for esse o melhor, o melhor talvez seja “Songs for Swingin’ Lovers!”, com ponto de exclamação e tudo. X na coluna do meio.
Totalmente de acordo , estão os dois num nível muito semelhante e são de facto os dois melhores de sempre do Sinatra (e se ele gravou álbuns !).
Acaba por funcionar aqui a nossa sensibilidade pessoal , como é natural .
E eu caio muito para “In the wee small hours of the morning” .
Mas acho mais que lógico o seu X na coluna do meio .