É também uma das canções da minha vida, Teresa. Ouvi-a pela primeira vez, interpretada pela Elis, na banda sonora de uma deslumbrante telenovela brasileira: O Casarão. Ficou-me logo no ouvido. Para sempre.
A telenovela era, de facto, excelente, compadre. Outras canções popularizadas em telenovelas brasileiras passarão também por cá, nomeadamente nas vozes de Chico Buarque e Caetano Veloso.
Uma das canções da minha vida. Adoro esta versão da Elis.
É também uma das canções da minha vida, Teresa. Ouvi-a pela primeira vez, interpretada pela Elis, na banda sonora de uma deslumbrante telenovela brasileira: O Casarão. Ficou-me logo no ouvido. Para sempre.
Talvez a melhor canção na “trilha sonora” de uma telenovela. Por sinal, numa telenovela de qualidade raramente vista.
A telenovela era, de facto, excelente, compadre. Outras canções popularizadas em telenovelas brasileiras passarão também por cá, nomeadamente nas vozes de Chico Buarque e Caetano Veloso.
namorei muito com a minha mulher,dançando esta “canção” !! 27 anos de casamento depois, a “fascinação” continua ! Obrigado meninos !!
Uma canção sempre belíssima.
Belíssima, compadre. E uma interpretação impressionante.
Apesar de esta tua série ser de canções, não posso deixar de concordar: uma interpretação impressionante.
Transversal ao tempo.
Mas não horizontal, para chegar aos mais altos e aos mais baixos.
Para os que não chegarem lá, põe-se em cima da mesa.
Transversal seja a que eixo for. Mesmo ao do tempo.
Nunca consegui perceber do que gosto mais – a melodia, o poema, ou a voz, a emoção da Elis Regina.
Nem eu. Mas ao fim de tantos anos esta interpretação mantém-se apaixonada e apaixonante.
É isso, exala paixão. 🙂
Ai, ai… (suspiro)