Eu sei que não gosta, Pedro, mas tenha lá paciência: esta é mesmo “incontornável”. Em minha opinião, julgo que poderá situar-se entre uma das 10 melhores canções do século.
E, sim, como já disseram, essa não poderia faltar nessa sua “série” que, com muito gosto, tenho vindo a acompanhar, a admirar o seu bom gosto musical e o empenho em nos trazer vídeos de boa qualidade acústica – nesse caso dos “Doors” não é fácil…Parabéns Pedro Correia e obrigada.
Escutei primeiro Beatles e Elvis. Aos poucos fui conhecendo Zeppelin, Rhe Who, Pink Floyd, Deep Purple, Rick Wakeman…tudo mais ou menos nessa ordem. Mas foi quando escutei The Doors pela primeira vez que alguma coisa mudou em mim.Algo certamente se amplificou e eu comecei uma fase de busca individual. Nesta busca pelo desconhecido aprendi 30 anos em 3. E hoje, bem mais velha, não desprezo nada do que conheci :o) Tudo culpa do The Doors…
Mais uma boa escolha, Pedro.
E não dei sinal de vida aquando do “What wonderful world” do Louis Armstrong. Mas dou agora.
Um abraço
Esse teve de saltar temporariamente por indisponibilidade do You Tube, António. Mas hei-de insistir.
Excelente escolha, Pedro.
Os Doors vão fazer-nos companhia mais vezes, João.
Esta não podia mesmo faltar.
Es-pe-cta-cu-lar!!
Acho o mesmo.
Música e banda de culto, Pedro.
Sem dúvida, meu caro.
Como é que se faz um smilie de polegar para cima? Queria muito fazer um.
Só sei aquela dos dentes para cima…
Os Doors representavam a “pesada” da época.
Pesada da boa. Hão-de aparecer outros por cá. Os CCR, por exemplo.
Eu sei que não gosta, Pedro, mas tenha lá paciência: esta é mesmo “incontornável”. Em minha opinião, julgo que poderá situar-se entre uma das 10 melhores canções do século.
Basicamente.
E, sim, como já disseram, essa não poderia faltar nessa sua “série” que, com muito gosto, tenho vindo a acompanhar, a admirar o seu bom gosto musical e o empenho em nos trazer vídeos de boa qualidade acústica – nesse caso dos “Doors” não é fácil…Parabéns Pedro Correia e obrigada.
Obrigado eu, Maria Ema. Ainda bem que está a gostar.
«Light my fire» ainda mais? O planeta ainda rebenta… :-))
Falando sério, muito bem lembrado! Grande música do King Lizard.
Ainda bem que gostaste. E gostarás certamente de outras que aparecerão aqui.
Nunca consegui gostar do ambiente sonoro desta banda, pesado e depressivo. Estes passo, Pedro.
Em suma, és anti-Portas.
Escutei primeiro Beatles e Elvis. Aos poucos fui conhecendo Zeppelin, Rhe Who, Pink Floyd, Deep Purple, Rick Wakeman…tudo mais ou menos nessa ordem. Mas foi quando escutei The Doors pela primeira vez que alguma coisa mudou em mim.Algo certamente se amplificou e eu comecei uma fase de busca individual. Nesta busca pelo desconhecido aprendi 30 anos em 3. E hoje, bem mais velha, não desprezo nada do que conheci :o)
Tudo culpa do The Doors…
Portas há muitos. Perdão, muitas.