25 comentários em “Arménio Claros”

  1. Como é um comunista a chamar isto aos outros, fica bem.
    Se fosse um não-comunista a chamar coisa menor a outro, seria imediatamente trucidado na praça pública.
    Mas eles é que têm razão e são bem pensantes, pois claro.

  2. Se a minha vista não me engana o homem não é de raça branca. O problema é que não chamou aos outros dois branquinhos………..teria ficado melhor na fotografia.
    Porque será ofensivo chamar preto a um preto? O problema não é o que ele disse, mas sim a forma como o fez.
    São estes os homens que estão á frente dos destinos daquele rebanho.
    E a FRENPROF não se manifesta? se não se manifesta é porque apoia, e apoiando, estarão á frente dos nossos filhos para os ensinar, um bando de racistas?

  3. Saltar-lhes estes perdigotos, é de utilidade pública. Fica a gente a saber que teor de sal lhes corre nas entranhas. Ponderamos, então, passar a ouvir-lhes os discursos de boca e olhos fechados.

          1. Tem toda a razão, sou do Benfica mas também do grande
            Atlético Clube de Portugal.
            Como pode constatar, pluralista e democrata.
            De nascença.

          2. Você em tempos também tiveram um “rei escurinho” no Benfica. Deve ter sido aí que o camarada anti-racista se inspirou para proferir aquela frase tão elegante e civilizada.

          3. Acho uma graça tremenda a quem se ofende, por alguém chamar escurinho a um negro.
            E chega ao pé de um amigo que é branco e lhe diz após reparar que ele está bronzeado, é pá estás preto.
            Como gosto de ver estes indignados, distraindo o pessoal
            da miséria em que vive este país.
            Como se chama esta gente?

  4. Em tempos, li um artigo que situava os etíopes nas raças brancas de pele negra, tal como considerava os Ainos (Japão) negros de pele branca. Segundo esse texto, o que define a raça não é apenas a cor da pele, mas um conjunto de pormenores físicos, como a pilosidade, nariz, lábios, e outros de que me esqueci.
    Mas o que está em causa é o insulto e não a respectiva fundamentação. Também não aprecio o cavalheiro e as suas conferências de imprensa. E pergunto-me se, por partilhar o mesmo apelido, o senhor da Troika não será descendente do último imperador da Etiópia.

    1. Creio que o problema está exclusivamente na necessidade de referir concretamente esta pessoa e não as outras, com um único critério, manifestamente inaceitável, a ditar a diferenciação.

      1. O problema está aí e não só. “Escurinho” tem uma conotação paternalista, de superioridade. Falar dele como se fosse uma criança por ser africano, é das coisas mais racistas que há.

        Já vi muita esquerda referir-se ao senhor, que pode ter os seus defeitos não sendo porém a sua origem e cor um deles, em termos que nunca admitiriam se fosse a direita a fazê-lo. É uma hipocrisia que deve ser denunciada.

  5. Primeiro, declaração de interesses: não simpatizo com a gente “troikiana”.

    Este exemplar de sindicalista retrata uma boa parte da classe dirigente deste país. Na minha opinião, maior do que o défice financeiro/orçamental, o nosso maior défice relaciona-se com a incompetência, a falta de bom senso, o débil sentido comunitário e, consequentemente, os elevados níveis de corrupção (ou clientelismo). Este sindicalista (?!) é um entre muitos energúmenos que pastam um pouco por aí… A forma racista desta frase só podia ter origem num autêntico energúmeno. Por sua vez, uma boa parte da comunicação social e outros moralistas “do costume” tentarão abafar e relativizar esta postura energúmena. Por que será?

    1. “Por que será?”

      Porque são de Esquerda e das redacções às direcções estão cheias de gente de Esquerda. Logo é uma Não Notícia.
      Salva-se o Correio da Manhã.

  6. Imagine-se o que aqueles em que estou a pensar não diriam se Mitt Romney se referisse a Obama como o “escurinho do Hawai”.

  7. Há algo que eu não entendo na tão indignada gente: O cavalheiro é ou não é escurinho? Que é que tem de mal chamar escurinho ou chocolatinho a um escurinho e chocolatinho?
    Creio que se anda a fazer uma tempestade num copo de água. Já Marcelo, ontem na TVI, veio com a mesma conversa. Professor Marcelo, como não há escurinhos e clarinhos? Há sim senhor. Hoje vive-se o preconceito de se ser bem, de não se ser racista e, como tal, não se pode chamar escurinho a alguém que é escuro. Mas isto é preconceito de quem diz não o ter.

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