«Até que ponto as batalhas verbais em torno do orçamento não servem também apenas para “arejar um pouco a malquerença”, antes de tudo ficar como estava?»
Escrito aqui há uma semana, com a devida vénia a Norman Mailer, criador da saborosa expressão. Confirmado agora, pelos motivos que sabemos.

Era óbvio, Pedro! Acho mesmo que as estrelas nem se chegaram a pronunciar, ao contrário do que dizem.
Noutro plano Malquerença lembra-me Benquerença e fico quase tão mal disposto quanto a Ana Vidal ficou ao pequeno-almoço, quando ouviu o Camarada Jerónimo a falar em “guerras de cuspo”. Para 2012 sugiro que busques novos vocábulos… LoL!
Farei por isso, André. Entretanto, vou enjoando o tango. Ou pasodoble ou chachachá, já nem sei como hei-de chamar a este ‘pas de deux’.