
“- Chame-me o responsável!”
“- Viva, muito boa tarde, como está? Sou o chefe de serviço, em que posso ajudá-lo? “
“- Onde são as áreas reservadas?”
“- Não temos áreas reservadas.”
“- Como não tem áreas reservadas? Como se propõe a Senhora garantir a minha segurança e a da minha família? É capaz de me dizer?”

É inconcebível. Até eu tenho uma área reservada. A patroa está constantemente a fazer uso dela. E não vai em modas com as distâncias regulamentares. Digo-lhe que é necessário deixar o metro de distância; e ela vai buscar a fita métrica e coloca-a (à fita) a um metro de nós. E diz: pronto, o metro já está a um metro.
Um pobre diabo, sujeito a uma pandemia, também perde o direito à sua reserva. Creio que a patroa virou machista e faz o que lhe dá na gana.
Isso faz-me lembrar uma telenovela, acho eu, em que uma personagem feminina usava luvas de borracha para todos os actos do quotidiano…
Desvalorizar a situação não é boa prática, mas é preciso não entrar em paranóia. Rir é sempre o melhor remédio, principalmente de si próprio.
Deixo aqui dois links com informação em tempo real e em constante actualização, por país e continente, sobre o bichito e o que vai causando:
https://www.youtube.com/watch?v=qgylp3Td 1Bw
https://www.youtube.com/watch?v=Xz6A3xgY Xac
Este, apesar de parecer um tanto “fake”, vai actualizando ao minuto. Actualizou primeiro do que a nossa comunicação social noticiou, por exemplo.
Bom Domingo, Vento.
https://www.worldometers.info/coronavir us/
Bom domingo, Maria.
Deixo aqui esta ligação, a qual não impõe distâncias regulamentares, para quando estiver em silêncio:
https://www.youtube.com/watch?v=BKoweAT7 23g
🙏