Que ironia fina; o que uma palavra pode fazer no meio de declarações elogiosas que duraram cerca de um minuto. Mas no meio dos merecidos encómios que teceu sobre Mariano Gago, o 1º ministro podia ter dito que os quatro governos de que ele fez parte, onde foi uma excepção, foram maus ( um deles até o pior desde a Senhora Dona Maria II, de acordo com a voz insuspeita do seu ministro das finanças) e quando saíram deixaram Portugal pior do que encontraram. Mas isso é que seria mesmo coisa de badameco.
O uso do “apesar” só tem um significado. Passos Coelho pretende referir que em matéria de péssima governação ele pretendeu, e conseguiu, destronar Sócrates. Seria o mesmo que eu dizer: Apesar de Paulo Macedo (pessoa que admiro por sua capacidade de gestão) servir Portugal através deste desgoverno PSD, felizmente não perdeu este excelente atributo. Não leve a peito a linguagem cabalística de Passos.
Pois o Vento considera direito divino vender dívida e que o problema de Passos é não vender mais. Se fosse ao nível de Sócrates já estava bem…
Basicamente um mundo de vigarice, pior que mera especulação financeira, na expeculação financeira ainda há a probabilidade de dar certo .
Mas é esse o paupérrimo nível para boa parte da burguesia do país, aquela que julga que tem direitos aristocráticos sobre os outros e que por isso considera uma chatice a época do Renascimento a sua aritmética, preferindo os ódios e os amores do Romantismo.
Pessoas como você sempre acreditaram no “Inteligent Design”. A religião é que é outra. Mas primitiva.
Momentos de luto, são momentos de luto. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é fandango, do mais pobre e desgraçado que este país já teve. Mariano Gago foi um cientista vulgar ou medíocre, e um ministro mau, talvez tenha escapado de ser péssimo, sim, valha-lhe esse elogio.
E não foi mau por ter defendido, de forma ridícula, o Engº Sócrates, na sua licenciatura Independente. Num país em que o financiamento científico e tecnológico é quase exclusivo do Estado, favoreceu o compadrio à sua volta, a níveis de inspiração siciliana ou napolitana.
Por isso, nem é estranho ver tanto brado por personagem tão pequena. A única coisa de grande que teve foi um pequeno poder, que a muitos serviu. Podia ter sido pior? Podia… nunca é preciso esperar muito.
Gente mal formada é verdade, mas essa gente, já não aguenta tanta má formação……..
Que ironia fina; o que uma palavra pode fazer no meio de declarações elogiosas que duraram cerca de um minuto.
Mas no meio dos merecidos encómios que teceu sobre Mariano Gago, o 1º ministro podia ter dito que os quatro governos de que ele fez parte, onde foi uma excepção, foram maus ( um deles até o pior desde a Senhora Dona Maria II, de acordo com a voz insuspeita do seu ministro das finanças) e quando saíram deixaram Portugal pior do que encontraram.
Mas isso é que seria mesmo coisa de badameco.
O uso do “apesar” só tem um significado. Passos Coelho pretende referir que em matéria de péssima governação ele pretendeu, e conseguiu, destronar Sócrates.
Seria o mesmo que eu dizer: Apesar de Paulo Macedo (pessoa que admiro por sua capacidade de gestão) servir Portugal através deste desgoverno PSD, felizmente não perdeu este excelente atributo.
Não leve a peito a linguagem cabalística de Passos.
Pois o Vento considera direito divino vender dívida e que o problema de Passos é não vender mais. Se fosse ao nível de Sócrates já estava bem…
Basicamente um mundo de vigarice, pior que mera especulação financeira, na expeculação financeira ainda há a probabilidade de dar certo .
Mas é esse o paupérrimo nível para boa parte da burguesia do país, aquela que julga que tem direitos aristocráticos sobre os outros e que por isso considera uma chatice a época do Renascimento a sua aritmética, preferindo os ódios e os amores do Romantismo.
Pessoas como você sempre acreditaram no “Inteligent Design”.
A religião é que é outra. Mas primitiva.
Não vejo motivo para falar sobre mim quando tenho aqui você. Aliás, quando pretendo saber algo sobre mim, leio-o. Continue.
Momentos de luto, são momentos de luto.
Uma coisa é uma coisa, outra coisa é fandango, do mais pobre e desgraçado que este país já teve.
Mariano Gago foi um cientista vulgar ou medíocre, e um ministro mau, talvez tenha escapado de ser péssimo, sim, valha-lhe esse elogio.
E não foi mau por ter defendido, de forma ridícula, o Engº Sócrates, na sua licenciatura Independente.
Num país em que o financiamento científico e tecnológico é quase exclusivo do Estado, favoreceu o compadrio à sua volta, a níveis de inspiração siciliana ou napolitana.
Por isso, nem é estranho ver tanto brado por personagem tão pequena. A única coisa de grande que teve foi um pequeno poder, que a muitos serviu. Podia ter sido pior?
Podia… nunca é preciso esperar muito.