«— Eu vinha comprar braçadeiras ‘Alfredo’, daquelas para ir ao mar e não ter medo…
— Ó amigo, não tenho. Só tenho braçadeiras ‘Guiomar’, daquelas para ir ao mar para quem já sabe nadar. Mas tem mesmo de saber nadar. É que rebentam muitas vezes… Bem, quase sempre… A bem dizer, sempre!!!»
(Post possível com a colaboração da nossa comentadora MACarvalho.)

Com braçadeiras assim
A coisa fica ruim!
🙂
… E ninguém precisa de mim.
E sem braçadeira afim
Só mesmo um chá de jasmim!
🙂
Beber chá a granel,
É melhor em São Miguel.
E se for chá Gorreana
Beba’ o que lhe dê na real gana!
:))
E se for Porto Formoso,
Em Angra é apetitoso.
Aí, das pipas é o porto
P´ra almoçar no mês de Abril
Ou noutro mês bem disposto
Com mar e monte Brasil
E o peixe tão fresco pede
(Espero que não se magoe)
Outra bebida. E não cede.
O cházinho que me perdoe.
:))
Cá fico à espera. Hehe…
Com publicidade desta
O suicídio é o que nos resta.
… Já posso dormir a sesta.
… se ligar o gás, abra uma fresta. 😉
… E evite abrir o forno
e meter lá a testa.
cuidados com as arestas
… E co’as eleições,
As próximas e estas.
Qual crise?
O ano é de festa.
Se não mudarem a música,
cá p’ra mim não presta.
Talvez mude em S. Mamede Infesta…
E quem é que o atesta?
Alguma besta…
(agora é que alguém protesta…)
O melhor é fugir lesta!
Vou esconder-me na floresta.
Atrás da árvore?
Assim não presta.
Tenho medo, sou honesta…
Não há desculpa igual a esta!
Eu sei, é um bocadinho indigesta…
… e é tudo o que resta?
Há mais, mas sou modesta.
Só por isso, merece festa.
Não vale repetir, é batota manifesta.
Despeço-me então c’uma flor.
É tempo dela: aceite uma giesta.
linda e cheirosa.
Rendo-me. É desta. 🙂
(damos por terminada a gesta?)
Sim. Se formos mais,
ainda alguém nos arresta.
Ou nos molesta…