Anões


Sérgio de Almeida Correia,

ZenitBenficaLigadosCampeoes.jpg

 (A Bola)

 

“Sou portista. Apesar de ser português, não me interessa até onde o Benfica pode chegar na Liga dos Campeões“

 

André Villas-Boas, treinador de uma equipa milionária, exibindo o seu fair play depois de ter levado uma lição de futebol em São Petesburgo e de ter visto o Benfica aumentar o pecúlio de pontos das equipas nacionais no ranking da UEFA, garantindo a presença de SEIS (6) equipas portuguesas nas competições europeias, na edição 2017/2018.

 

 

0 comentários em “Anões”

    1. E os sportinguistas também, não sabia? Aos lampiões não lhes ocorre que os adeptos dos outros clubes não lhes devem nada.
      É preciso dar um desconto devido à limitação mental.

  1. Caro Sérgio,
    quando um qualquer comentador benfiquista diz que não se interessa muito pela selecção, que no futebol só se interessa mesmo pelo clube de que é adepto, também pode ser designado de anão?
    Creio que ainda é mais pequenito… é mesmo parvo (na origem latina da palavra)!

  2. Quando ganhou um jogo nos Anexos do Colombo, e com essa vitória, ganhou o campeonato, foi presenteado pela Estrutura dos lampiões com um apagão de luzes e chuvada com os sistemas de rega. Um dirigente do Benfica, convertido desde há anos em Santanete do Vieira, prega desde há anos, insultos e atoardas contra Villas Boas na TV. Isto depois de anos em que os tarefeiros de Vieira andaram a “apitar” escândalos que ajavardavam triunfos desde Mourinho, a emboscar as equipas adversárias nos túneis, a patrocinar juristas de vão d’escada para “justiças desportivas” que foram uma palhaçada, a insultar e apoucar em continuação os outros clubes, um em especial que Villas Boas treinou.
    Fico contente pelos meus amigos benfiquistas, mas o resto, especialmente os regressos aos encómios de “mais grande” mascarados de portugalidades de “Lusíadas” dos serôdios marqueteiros de Vieira & lacaios, é treta. Para esse peditório não estou disponível – apenas, e remotamente, avançaria uns tostões se tal pudesse servir para pagarem o calote ao BES (ou Novo Banco) de forma a poder-se indemnizar os lesados do papel comercial.

  3. Pois eu, que também sou portista, concordo com o ruivinho. Embora reconheça a vantagem para o FCP de haver três equipas na Liga dos Campeões, a vitória do Benfica entristeceu-me.

  4. Também conheço muitos benfiquistas palermas, entre os quais um anão (quase literalmente) que até é vice-presidente da “instituição” com um discurso anti-portista muito pior, totalmente nojento em relação ao FC Porto. São muito poucos os benfiquistas ou portistas que querem ver o adversário a ganhar, se nunca reparou anda muito distraído.

  5. É chocante.
    Tinha simpatia pela pessoa e pela carreira.
    Perdi-a.
    É muito típico nosso.
    Espírito de capelinha, sentido paroquial.
    Quando só teríamos a ganhar com o espírito de corpo, com o sentido nacional.
    Não somos de facto “et pluribus unum”.
    Somos mais do género cada um por si.
    Pena!

  6. Por acaso não era treinador o André VIllas Boas quando os reis do desportivismo, do fair play e da verdade desportiva, e após uma vitória do Porto no lampiódromo, desligaram a luz e ligaram a rega?

  7. Uma escola de virtudes, de boa educação, lisura de trato, de respeito e cavalheirismo, o futebol!

    Onde já vai o “fair play”, a lealdade na competição, o reconhecimento simples e merecedor de respeito e admiração, de que o adversário foi melhor e por isso ganhou, ou teve apenas sorte, sendo credor de felicitações que se prestam de cabeça erguida, sem azedume ou humilhação. Onde já vai o Desporto, nesta sórdida negociata – financeira e de mentes – que é o futebol.

    Verdadeira escola de ódios. Catalizador insaciável do pior de nós. Uma lástima.

    Costa

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *