Chalupas são aqueles que, nos primeiros tempos, borradinhos de medo, coitadinhos, carregavam nos botões dos elevadores com uma chave, ou as mais das vezes nem elevadores usavam.
Só gostava de saber porque é que você usava máscara? Sabe qual é o tamanho do vírus? Sabe qual a capacidade de filtração das máscaras? Eu usava máscara só para ir às compras e só para os lojistas não apanharem multa, porque se eu tivesse uma rede mosquiteira na cara o efeito era o mesmo. Mas de toda a maneira parabéns não por ser chalupa mas por ser como eu um negacionista bolsonaresco.
Eu usava máscara só para ir às compras e só para os lojistas não apanharem multa, porque se eu tivesse uma rede mosquiteira na cara o efeito era o mesmo.
Tal e qual eu.
Trago sempre comigo umas máscaras no saco das compras. Estão todas porcas (andam misturadas com batatas e outros produtos vários, alguns que libertam cheiros) e dobradas. Só servem mesmo para fingir que me estou a proteger e aos outros, ou seja, na verdade, para os lojistas que frequento não serem multados pela ASAE. Na verdade, não protegem coisa nenhuma.
Mais valia o nosso governo idiota acabar de vez com a obrigação da máscara, para não obrigar pessoas como eu (que, de uma forma ou de outra, são muitas) a continuar a fingir proteção.
” Na verdade, não protegem coisa nenhuma.” Pode ser que tenha razão. Mas muita investigação deve ter feito para chegar a essa conclusão e com tanta certeza. E sei que essa investigação é cara. Onde arranjou o financiamento? Publicou os resultados? Deve publicar pois são importantes.
Jacobs, J. L. et al. (2009) “Use of surgical face masks to reduce the incidence of the common cold among health care workers in Japan: A randomized controlled trial,” American Journal of Infection Control, Volume 37, Issue 5, 417–419.
N95-masked healthcare workers (HCW) were significantly more likely to experience headaches. Face mask use in HCW was not demonstrated to provide benefit in terms of cold symptoms or getting colds.
Radonovich, L.J. et al. (2019) “N95 Respirators vs Medical Masks for Preventing Influenza Among Health Care Personnel: A Randomized Clinical Trial,” JAMA. 2019; 322(9): 824–833.
“Among 2862 randomized participants, 2371 completed the study and accounted for 5180 HCW-seasons. … Among outpatient health care personnel, N95 respirators vs medical masks as worn by participants in this trial resulted in no significant difference in the incidence of laboratory-confirmed influenza.”
Long, Y. et al. (2020) “Effectiveness of N95 respirators versus surgical masks against influenza: A systematic review and meta-analysis,” J Evid Based Med. 2020; 1–9.
“A total of six RCTs involving 9,171 participants were included. There were no statistically significant differences in preventing laboratory-confirmed influenza, laboratory-confirmed respiratory viral infections, laboratory-confirmed respiratory infection, and influenza-like illness using N95 respirators and surgical masks. Meta-analysis indicated a protective effect of N95 respirators against laboratory-confirmed bacterial colonization (RR = 0.58, 95% CI 0.43-0.78). The use of N95 respirators compared with surgical masks is not associated with a lower risk of laboratory-confirmed influenza.”
Cowling, B. et al. (2010) “Face masks to prevent transmission of influenza virus: A systematic review,” Epidemiology and Infection, 138(4), 449-456.
None of the studies reviewed showed a benefit from wearing a mask, in either HCW or community members in households (H). See summary Tables 1 and 2 therein.
Bin-Reza et al. (2012) “The use of masks and respirators to prevent transmission of influenza: a systematic review of the scientific evidence,” Influenza and Other Respiratory Viruses 6(4), 257–267.
“There were 17 eligible studies. … None of the studies established a conclusive relationship between mask/respirator use and protection against influenza infection.”
Smith, J.D. et al. (2016) “Effectiveness of N95 respirators versus surgical masks in protecting health care workers from acute respiratory infection: a systematic review and meta-analysis,” CMAJ Mar 2016
“We identified six clinical studies … . In the meta-analysis of the clinical studies, we found no significant difference between N95 respirators and surgical masks in associated risk of (a) laboratory-confirmed respiratory infection, (b) influenza-like illness, or (c) reported work-place absenteeism.”
Offeddu, V. et al. (2017) “Effectiveness of Masks and Respirators Against Respiratory Infections in Healthcare Workers: A Systematic Review and Meta-Analysis,” Clinical Infectious Diseases, Volume 65, Issue 11, 1 December 2017, pages 1934–1942,
“Self-reported assessment of clinical outcomes was prone to bias. Evidence of a protective effect of masks or respirators against verified respiratory infection (VRI) was not statistically significant.”
Jefferson T, Del Mar CB, Dooley L, (2020) “A meta-analysis included 44 new RCTs and cluster-RCTs in this update, bringing the total number of randomized trials to 67.
This analysis concluded that there is low certainty evidence from all trials reviewed that wearing a mask may make little or no difference to the outcome of respiratory illness compared to not wearing a mask.
Lipp A, Edwards P (2005) “Disposable surgical face masks: a systematic review.”
“Two randomized controlled trials were included involving a total of 1453 patients. In a small trial there was a trend towards masks being associated with fewer infections, whereas in a large trial there was no difference in infection rates between the masked and unmasked group.”
Se este governo cair,tenho pena pela ministra da saúde, é muito doce a falar e “bem parecida”. 😃 Ontem á noite a sair do palácio da Ajuda,parecia uma estrela de cinema.
De noite, tenho o hábito de passar alguns minutos na varanda. A partir das nove, quando o café central fecha, as ruas ficam desertas. Pois mesmo assim vejo, perto da meia-noite, o ocasional indivíduo que desce à rua para deitar fora o lixo – e leva máscara. Não há ninguém, absolutamente ninguém mais na rua – e mesmo assim, há quem viva em tão permanente estado de terror que não saia sem máscara.
Infundiram tal medo ao povo que algumas pessoas vivem tão aterrorizadas que nem reparam nas atitudes ridículas que tomam, quando usam máscara. Ele é vê-las sozinhas dentro da viatura de máscara tipo xpto, ele é vê-las na praia, observando a paisagem, ele é vê-las a mudar de passeio sempre que, em sentido contrário, lhes surge alguém sem máscara, ele é vê-las a insultar quem encontram a conversar na rua sem máscara, mesmo sem cuidarem de saberem se são do mesmo agregado familiar, ele é vê-los a nunca utilizarem os transportes públicos, ora percorrendo grandes distâncias a pé, ora utilizando viatura automóvel, e por aí fora. Esta maloqueira vai demorar muito tempo a passar e acarretar grandes prejuízos às pessoas e à economia. E ninguém vai ser responsabilizado por isso.
Já vi uma repórter televisiva portuguesa numa avenida em Budapeste com muita gente a circular mas sem ninguém de máscara, excepto ela. Atrevendo-se a criticar os húngaros como se fosse fiscal sanitária e guardiã dos bons costumes lá do sítio. Faz lembrar o condutor que se gabava para a mulher de ser o único a guiar muito bem enquanto seguia em contramão na auto-estrada.
A máscara é o preservativo do Sec XXI (só falta o bolso específico). Saio sempre com uma no bolso, pela via das dúvidas. Protecção em caso de eventualidade. (se bem que um dos artefactos é efectivamente usado diariamente, enquanto que o outro… mas é sempre bom sonhar)
!!!!
Eu nunca saí de casa com máscara.
Você não engana. É chalupa mesmo.
Chalupas são aqueles que, nos primeiros tempos, borradinhos de medo, coitadinhos, carregavam nos botões dos elevadores com uma chave, ou as mais das vezes nem elevadores usavam.
Chalupa, está a esquerda que deixou (finalmente) cair a máscara.
Aconteceu-me o mesmo. Serei de esquerda?
Pior que chalupa o Sr. Correia é um negacionista
Maria Adelina
Negacionista, ainda admito. Chalupa é que não.
e também levei cuecas de incontinente porque não frequento urinóis públicos
Incontinente equivale a quê? Ao pingo doce?
“não frequento urinóis públicos” Existem? Diga-me onde que eu preciso.
(Esperança: talvez Moedas saiba que as pessoas urinam e algumas menstruam).
Só gostava de saber porque é que você usava máscara? Sabe qual é o tamanho do vírus?
Sabe qual a capacidade de filtração das máscaras?
Eu usava máscara só para ir às compras e só para os lojistas não apanharem multa, porque se eu tivesse uma rede mosquiteira na cara o efeito era o mesmo.
Mas de toda a maneira parabéns não por ser chalupa mas por ser como eu um negacionista bolsonaresco.
Eu usava máscara só para ir às compras e só para os lojistas não apanharem multa, porque se eu tivesse uma rede mosquiteira na cara o efeito era o mesmo.
Tal e qual eu.
Trago sempre comigo umas máscaras no saco das compras. Estão todas porcas (andam misturadas com batatas e outros produtos vários, alguns que libertam cheiros) e dobradas. Só servem mesmo para fingir que me estou a proteger e aos outros, ou seja, na verdade, para os lojistas que frequento não serem multados pela ASAE. Na verdade, não protegem coisa nenhuma.
Mais valia o nosso governo idiota acabar de vez com a obrigação da máscara, para não obrigar pessoas como eu (que, de uma forma ou de outra, são muitas) a continuar a fingir proteção.
” Na verdade, não protegem coisa nenhuma.”
Pode ser que tenha razão. Mas muita investigação deve ter feito para chegar a essa conclusão e com tanta certeza. E sei que essa investigação é cara. Onde arranjou o financiamento? Publicou os resultados? Deve publicar pois são importantes.
Jacobs, J. L. et al. (2009) “Use of surgical face masks to reduce the incidence of the common cold among health care workers in Japan: A randomized controlled trial,” American Journal of Infection Control, Volume 37, Issue 5, 417–419.
N95-masked healthcare workers (HCW) were significantly more likely to experience headaches. Face mask use in HCW was not demonstrated to provide benefit in terms of cold symptoms or getting colds.
Radonovich, L.J. et al. (2019) “N95 Respirators vs Medical Masks for Preventing Influenza Among Health Care Personnel: A Randomized Clinical Trial,” JAMA. 2019; 322(9): 824–833.
“Among 2862 randomized participants, 2371 completed the study and accounted for 5180 HCW-seasons. … Among outpatient health care personnel, N95 respirators vs medical masks as worn by participants in this trial resulted in no significant difference in the incidence of laboratory-confirmed influenza.”
Long, Y. et al. (2020) “Effectiveness of N95 respirators versus surgical masks against influenza: A systematic review and meta-analysis,” J Evid Based Med. 2020; 1–9.
“A total of six RCTs involving 9,171 participants were included. There were no statistically significant differences in preventing laboratory-confirmed influenza, laboratory-confirmed respiratory viral infections, laboratory-confirmed respiratory infection, and influenza-like illness using N95 respirators and surgical masks. Meta-analysis indicated a protective effect of N95 respirators against laboratory-confirmed bacterial colonization (RR = 0.58, 95% CI 0.43-0.78). The use of N95 respirators compared with surgical masks is not associated with a lower risk of laboratory-confirmed influenza.”
Cowling, B. et al. (2010) “Face masks to prevent transmission of influenza virus: A systematic review,” Epidemiology and Infection, 138(4), 449-456.
None of the studies reviewed showed a benefit from wearing a mask, in either HCW or community members in households (H). See summary Tables 1 and 2 therein.
Bin-Reza et al. (2012) “The use of masks and respirators to prevent transmission of influenza: a systematic review of the scientific evidence,” Influenza and Other Respiratory Viruses 6(4), 257–267.
“There were 17 eligible studies. … None of the studies established a conclusive relationship between mask/respirator use and protection against influenza infection.”
Smith, J.D. et al. (2016) “Effectiveness of N95 respirators versus surgical masks in protecting health care workers from acute respiratory infection: a systematic review and meta-analysis,” CMAJ Mar 2016
“We identified six clinical studies … . In the meta-analysis of the clinical studies, we found no significant difference between N95 respirators and surgical masks in associated risk of (a) laboratory-confirmed respiratory infection, (b) influenza-like illness, or (c) reported work-place absenteeism.”
Offeddu, V. et al. (2017) “Effectiveness of Masks and Respirators Against Respiratory Infections in Healthcare Workers: A Systematic Review and Meta-Analysis,” Clinical Infectious Diseases, Volume 65, Issue 11, 1 December 2017, pages 1934–1942,
“Self-reported assessment of clinical outcomes was prone to bias. Evidence of a protective effect of masks or respirators against verified respiratory infection (VRI) was not statistically significant.”
Jefferson T, Del Mar CB, Dooley L, (2020) “A meta-analysis included 44 new RCTs and cluster-RCTs in this update, bringing the total number of randomized trials to 67.
This analysis concluded that there is low certainty evidence from all trials reviewed that wearing a mask may make little or no difference to the outcome of respiratory illness compared to not wearing a mask.
Lipp A, Edwards P (2005) “Disposable surgical face masks: a systematic review.”
“Two randomized controlled trials were included involving a total of 1453 patients. In a small trial there was a trend towards masks being associated with fewer infections, whereas in a large trial there was no difference in infection rates between the masked and unmasked group.”
Epa ficaste chalupa ou quê?
Se este governo cair,tenho pena pela ministra da saúde, é muito doce a falar e “bem parecida”. 😃 Ontem á noite a sair do palácio da Ajuda,parecia uma estrela de cinema.
https://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/b elles-toujours-11947307
De noite, tenho o hábito de passar alguns minutos na varanda. A partir das nove, quando o café central fecha, as ruas ficam desertas. Pois mesmo assim vejo, perto da meia-noite, o ocasional indivíduo que desce à rua para deitar fora o lixo – e leva máscara. Não há ninguém, absolutamente ninguém mais na rua – e mesmo assim, há quem viva em tão permanente estado de terror que não saia sem máscara.
Quem é que é o chalupa aqui?
ÉS TU!
Um sinal inequívoco de chalupice é escrever só com maiúsculas.
O anónimo deve ser mouco, Pedro. É por isso que fala aos gritos.
Se calhar ficou assim desde que perdeu o nome, João. É caso para isso.
Este senhor acha que não… 021/10/juiz-negacionista-ou-advogado.htm l
https://mosaicosemportugues.blogspot.com/2
Infundiram tal medo ao povo que algumas pessoas vivem tão aterrorizadas que nem reparam nas atitudes ridículas que tomam, quando usam máscara. Ele é vê-las sozinhas dentro da viatura de máscara tipo xpto, ele é vê-las na praia, observando a paisagem, ele é vê-las a mudar de passeio sempre que, em sentido contrário, lhes surge alguém sem máscara, ele é vê-las a insultar quem encontram a conversar na rua sem máscara, mesmo sem cuidarem de saberem se são do mesmo agregado familiar, ele é vê-los a nunca utilizarem os transportes públicos, ora percorrendo grandes distâncias a pé, ora utilizando viatura automóvel, e por aí fora.
Esta maloqueira vai demorar muito tempo a passar e acarretar grandes prejuízos às pessoas e à economia. E ninguém vai ser responsabilizado por isso.
Já vi uma repórter televisiva portuguesa numa avenida em Budapeste com muita gente a circular mas sem ninguém de máscara, excepto ela. Atrevendo-se a criticar os húngaros como se fosse fiscal sanitária e guardiã dos bons costumes lá do sítio.
Faz lembrar o condutor que se gabava para a mulher de ser o único a guiar muito bem enquanto seguia em contramão na auto-estrada.
Só agora? Já me aconteceu não sei quantas vezes.
Bom saber. Já fico mais tranquilo.
Ui que medo. É melhor voltar a por a máscara pelo menos até levar a 10 dose.
Está provado. As duas vacinas deram-nos uma falsa sensação de segurança, como diria a arguta doutora Graça Freitas.
Cuidado, parece que o Bolsonaro já avisou que este ano não é uma gripezinha é uma gripezona. Mas podemos estar descansados porque não é covid.
A máscara é o preservativo do Sec XXI (só falta o bolso específico). Saio sempre com uma no bolso, pela via das dúvidas. Protecção em caso de eventualidade.
(se bem que um dos artefactos é efectivamente usado diariamente, enquanto que o outro… mas é sempre bom sonhar)