
De acordo com informação que recolhi aqui, na natureza e ao ar livre, os produtos que constam da tabela seguinte teriam os tempos de degradação aproximados ali indicados:
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Material
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Tempo de Degradação
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Aço
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10 a 100 anos
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Alumínio
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Mais de 500 anos
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Cerâmica
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indeterminado
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Chicletes
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5 anos
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Cordas de nylon
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30 anos
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Esponjas
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indeterminado
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Filtros de cigarros
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1 a 5 anos
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Isopor
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indeterminado
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Madeira
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6 meses
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Borracha
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indeterminado
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Papel e papelão
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3 a 6 meses
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Plásticos
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50 a 450 anos
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Restos orgânicos
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6 a 12 meses
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Vidros
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Mais de 4000 anos
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Pano
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6 meses a 1 ano
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Fraldas descartáveis
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Mais de 450 anos
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Entretanto, neste mesmo assunto da degradação, Basílio Horta afirma que “Sócrates nunca desaparecerá“. Trata-se, portanto, de um recorde. Agora, só me falta saber quanto tempo demorou a coluna vertebral de certas pessoas a degradar-se.

No caso, não há o risco de degradação da coluna vertebral. Há muito que o molusco não tem disso. Digo eu, que o conheço bem.
E quem sou eu para o contrariar, Alberto.
Subscrevo inteiramente.
E acrescento ainda que presumo que, um dia, Sócrates desaparecerá, como qualquer mortal.
O mal que nos fez, perdurará por muitos e muitos anos, dificilmente desaparecerá das nossas memórias e constará, certamente, da nossa História, pelos motivos mais negros.
Seria a isto que o primo Basílio se referia?
Provavelmente, Macarvalho. E também estou convencido que os efeitos da governação de Sócrates vão sobreviver ao próprio.
Concordo inteiramente. Estes últimos 6 anos foram maus de mais para se esquecerem com facilidade.
É até fundamental que não nos esqueçamos, André Miguel.
Genial, Rui. Este Basílio é inqualificável. Nem para horta serve…