24 comentários em “Amália Rodrigues: “Não é desgraça ser pobre”.”
Tens andado distraído, Luís. Há muito tempo já que não é desgraça trazer o fado no coração e na boca, pelo contrário. Quanto a ser pobre, infelizmente está na moda. E não é por culpa do fado. Nem sequer do “antigamente”, desta vez.
Não, não é desgraça nenhuma e actualmente até parece ser coisa mui virtuosa. Não tivera este fado já tantos anos e eu até juraria que isto se tratava de uma encomenda do actual governo, que tem no nosso empobrecimento uma das suas metas principais.
Ó Luís, és mesmo torcidinho 😉 Só um penedo não gosta de fado. Aliás, já está reabilitado pela esquerda, não vês o lobby do Carlos do Carmo, Camanés & so on? A guerra ideológica contra o fado já morreu há muito, e ainda bem porque não estava lá a fazer nada de bom.
E aqui entre nós, julgo que as únicas pessoas que não gostam de fado são as da zona do Porto (tal como, suponho, não gostavam do metropolitano quando só existia em Lisboa, antes da construção do seu próprio metro de superfície).
Bem, garanto-lhe que já encontrei hoje vários portuenses no facebook muito ressabiados com esta coisa do património. E o post do Blasfémias confirma-o.
Luís, o meu problema é a generalização. Esses portuenses que encontrou no facebook são só e apenas alguns portuenses que encontrou no facebook; e o post do Blasfémias, enfim, é também ele, só e apenas, um post escrito por um portuense (nem sei se quem escreveu o post é ou não portuense — confio em si).
Sim, claro. Eu tenho família no Porto e é bem civilizada.
Claro, ser civilizado é ser amante do fado…
Cala-te mouro de merda…. vai pra alfama ouvir um fado e deixa a tripeirada em paz…
PS: que se foda o fado
Está a ver o que eu lhe dizia, Carlos Azevedo? São uns ressabiados.
Calma aí! Eu sou do Porto e gosto de fado:)
Luís M. Jorge, trazer à colação a opinião do Mike (olá, Mike) sempre é um ‘upgrade’ relativamente à referência ao Blasfémias.
Tens andado distraído, Luís. Há muito tempo já que não é desgraça trazer o fado no coração e na boca, pelo contrário. Quanto a ser pobre, infelizmente está na moda. E não é por culpa do fado. Nem sequer do “antigamente”, desta vez.
Ana, não me coloques na boca palavras da Amália Rodrigues. Até porque ainda não fiz a plástica.
Deus me livre. Seria um crime de lesa-Amália.
Desgraça, desgraça, é a letra desse fado, convenhamos.
Quer privar o património imaterial da humanidade deste trecho da diva?
Claro que é, Francisco Crispim. Foi escolhida a dedo pelo Luís, o que é que queria?
Não, não é desgraça nenhuma e actualmente até parece ser coisa mui virtuosa. Não tivera este fado já tantos anos e eu até juraria que isto se tratava de uma encomenda do actual governo, que tem no nosso empobrecimento uma das suas metas principais.
Eu cá sou neutral como a Suiça.
É mesmo a tua principal virtude.
Só me pareceu que a cantiga combinava bem com o espírito da década.
Claro, claro, nós percebemos.
Obrigada pela frscura extraordinária da voz.
E já agora, porque os pensamentos são como as cerejas, eis o que a fotografia me fez vir à mente:
http://www.dn.pt/inicio/interior.aspx?co ntent_id=1137983
Um belo texto, sem dúvida.
Ó Luís, és mesmo torcidinho 😉 Só um penedo não gosta de fado. Aliás, já está reabilitado pela esquerda, não vês o lobby do Carlos do Carmo, Camanés & so on?
A guerra ideológica contra o fado já morreu há muito, e ainda bem porque não estava lá a fazer nada de bom.
Ora essa, ainda agora publiquei esta bonita homenagem no meu outro blog:
http://vidabreve.wordpress.com/2011/1 1/27/fadinho-preferido/
E aqui entre nós, julgo que as únicas pessoas que não gostam de fado são as da zona do Porto (tal como, suponho, não gostavam do metropolitano quando só existia em Lisboa, antes da construção do seu próprio metro de superfície).
Aliás, e por falar nisso, eis finalmente a reacção portuense:
http://blasfemias.net/2011/11/27/li stas/
Ui, ui, não podia estar mais longe da verdade!
(e o Porto até deu grandes nomes ao fado)
Bem, garanto-lhe que já encontrei hoje vários portuenses no facebook muito ressabiados com esta coisa do património. E o post do Blasfémias confirma-o.
Luís, o meu problema é a generalização. Esses portuenses que encontrou no facebook são só e apenas alguns portuenses que encontrou no facebook; e o post do Blasfémias, enfim, é também ele, só e apenas, um post escrito por um portuense (nem sei se quem escreveu o post é ou não portuense — confio em si).
Sim, claro. Eu tenho família no Porto e é bem civilizada.
Claro, ser civilizado é ser amante do fado…
Cala-te mouro de merda…. vai pra alfama ouvir um fado e deixa a tripeirada em paz…
PS: que se foda o fado
Está a ver o que eu lhe dizia, Carlos Azevedo? São uns ressabiados.
Calma aí! Eu sou do Porto e gosto de fado:)
Luís M. Jorge, trazer à colação a opinião do Mike (olá, Mike) sempre é um ‘upgrade’ relativamente à referência ao Blasfémias.
(escutando a magnífica Beatriz da Conceição)