Amália Rodrigues: “Não é desgraça ser pobre”.


vidabreve,

24 comentários em “Amália Rodrigues: “Não é desgraça ser pobre”.”

  1. Tens andado distraído, Luís. Há muito tempo já que não é desgraça trazer o fado no coração e na boca, pelo contrário. Quanto a ser pobre, infelizmente está na moda. E não é por culpa do fado. Nem sequer do “antigamente”, desta vez.

  2. Não, não é desgraça nenhuma e actualmente até parece ser coisa mui virtuosa. Não tivera este fado já tantos anos e eu até juraria que isto se tratava de uma encomenda do actual governo, que tem no nosso empobrecimento uma das suas metas principais.

  3. Ó Luís, és mesmo torcidinho 😉 Só um penedo não gosta de fado. Aliás, já está reabilitado pela esquerda, não vês o lobby do Carlos do Carmo, Camanés & so on?
    A guerra ideológica contra o fado já morreu há muito, e ainda bem porque não estava lá a fazer nada de bom.

    1. Ora essa, ainda agora publiquei esta bonita homenagem no meu outro blog:

      http://vidabreve.wordpress.com/2011/11/27/fadinho-preferido/

      E aqui entre nós, julgo que as únicas pessoas que não gostam de fado são as da zona do Porto (tal como, suponho, não gostavam do metropolitano quando só existia em Lisboa, antes da construção do seu próprio metro de superfície).

          1. Luís, o meu problema é a generalização. Esses portuenses que encontrou no facebook são só e apenas alguns portuenses que encontrou no facebook; e o post do Blasfémias, enfim, é também ele, só e apenas, um post escrito por um portuense (nem sei se quem escreveu o post é ou não portuense — confio em si).

          2. Claro, ser civilizado é ser amante do fado…

            Cala-te mouro de merda…. vai pra alfama ouvir um fado e deixa a tripeirada em paz…

            PS: que se foda o fado

          3. Luís M. Jorge, trazer à colação a opinião do Mike (olá, Mike) sempre é um ‘upgrade’ relativamente à referência ao Blasfémias.

            (escutando a magnífica Beatriz da Conceição)

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