Se o problema fosse só de amadorismo, aliás reconhecido pelos da própria casa, até não seria mau. Antes amadores bons – que até agora não demonstraram ter – do que profissionais caros e incompetentes.
O pior é tudo o que vem atrás do amadorismo, e os que vêm atrás, a correr desbragadamente, quando está em causa governar o país e se deixou o poder nas condições em que Santana Lopes foi obrigado. Haja memória.

Antes um amador que se engana do que um profissional que mente (compulsiva e descaradamente).
Tendo de escolher, prefiro alguém que acerte no que é mais importante (seja profissional ou amador), ainda que por vezes se engane (só não se engana quem não tenta – pergunte-se ao Guterres), mas sobretudo que nunca minta.