Aprovadíssimo Cristina. Nota máxima, entrada directa para o meu pódio. Excelente, excelente actor, e até canta umas coisinhas: experimente vê-lo a acompanhar o David Gilmour no Comfortably Numb. 🌻 Maria
Não sabia que ele também canta. Por acaso, hoje o canal alemão TELE 5 vai transmitir um filme com ele, “The Child in Time”, e, na revista televisiva que costumo comprar, há um pequeno apontamento, descrevendo-o como multi-talento. Não refere, porém, essa sua faceta. Tenho de ir pesquisar.
Eu também gostei de vê-lo no Sherlock, inovou, criou uma personagem diferente; se fosse para copiar os actores anteriores não valeria a pena, penso eu.
É verdade Maria, foge ao estereótipo. Talvez por isso não o tenha realmente interiorizado, se bem que quando revisitei a série e as temporadas, tivesse gostado mais .
Caro Chuck, o único James Bond que me conseguiria convencer de alguma coisa seria o Pierce Brosnan. Os outros não me levavam longe, embora reconheça o charme de Roger Moore e de Sean Connery e o excelente actor que é este último.
Não sei se já leu algum livro de Bond, mas dos originais, escritos por Ian Fleming.
Eu sou um fanzérrimo de Bond, desde criança. Devorei os filmes todos, os livros todos, escritos pelo original, ou pelos seguidores. Documentários, opiniões, making of… enfim.
E na minha opinião, este não consegue ser Bond.
O actual consegue sê-lo na personalidade. Provavelmente o mais próximo da personagem literária, no entanto fisicamente, não tem nada a haver.
Fisicamente, aquele que mais próximo é do verdadeiro, é Timothy Dalton. Gosta desse?
O Timothy Dalton não tem “cara” de Bond. O que mais se aproxima dos livros é o Roger Moore com cabelo escuro. Eu não dava um chavo pelo Craig, que não “faz” o Bond que nós lemos, é muito mais dark ( espero não ser mal interpretada!!) E fisicamente está a milhas, mas gostei das suas interpretações. É um Bond with a twist, vá lá. Diz-se que o próximo poderá ser o Idris Elba… enfim… tudo o que posso dizer é que já não tem idade para essas coisas.
Permita-me discordar. Apesar de em nenhum livro surgir, preto no branco, uma descrição física de Bond, os leitores mais ávidos acabam por ir construindo uma imagem mental da fisionomia do agente secreto, ao longo da saga. Daí a possibilidade de no cinema ele poder ser interpretado por inúmeros actores, todos diferentes entre si fisicamente. Então pelo que vamos adquirindo ao longo das leituras, percebemos que Bond é um indivíduo com não mais de 1m80, Moore era enorme, robusto, nem magro, nem gordo, Moore era magro de mais, tinha cabelo negro, Moore é loiro, ostentava um peito peludo, Moore era careca nessa área corpo e não era muito bonito, Moore era demasiado bonitinho. Então agora, depois desta descrição ainda mantém a mesma opinião? Imagine o Timothy Dalton e veja se não cola na perfeição? A única coisa comum aos três é a cor dos olhos, Bond tem olhos azuis.
Odiei o Living Daylights. Condiciona muito a escolha do Dalton, talvez. Só se salvou a música. Quanto a mim, a descrição sempre assentou que nem uma luva no Sean Connery, excepto não ter os olhos azuis. Mas acho que o Roger Moore foi o único com aquela fleuma tão característica do agente de Sua Magestade. É o primeiro a vir à ideia à menção de James Bond. Reler Fleming presentemente, é dar a Bond a cara de Moore. Roger!
Sim, de facto não teve muita sorte com os argumentos dos seus dois filmes. Mas é um excelente actor. Com excelente reputação nos palcos londrinos. Talvez o melhor actor de todos os que interpretaram Bond, até ao actual, talvez. Mas por outro lado, Lazemby teve um dos melhores, se não o melhor argumento dos filmes de Bond até hoje e nunca agarrou o papel, nem os fãs. Eu comecei a ver Bond com Moore e por isso, também é a primeira face que me vem à cabeça, quando falam sobre o espião. Mas depois de ler os livros, acabei a achar que fisicamente, e apenas fisicamente, Dalton é o mais próximo. E sim, tem razão… uma das melhores músicas de Bond… e dos anos 80
Por falar na «fleuma característica do agente de Sua Majestade» – antes de Craig, Moore fora o único inglês a interpretar o papel. À excepção de Lazenby que, como dito pelo Chuck, era australiano, os outros eram britânicos, mas não ingleses: Connery é escocês e Dalton galês. Brosnan é aliás irlandês e não pertence ao Reino Unido, não sei se gosta que o intitulem de britânico…
Roger Moore não era um actor excelente, mas tinha de facto essa fleuma e foi também o primeiro Bond que conheci.
Recentemente sugeri ao Pedro Correia a criação de uma Belles Toujours, sobre a mais bonitas Bond girls. Agora sugiro à Cristina um Always Handsome, sobre o mais bonito Bond de sempre. Sobre a nacionalidade do actor que o interpreta, a escolha é sempre feita de acordo com um pedido de Ian Flemming a Albert Broccoli, o produtor dos filmes. Enquanto era vivo, era o próprio Ian Fleming que escolhia os actores. A escolha de Connery foi bastante sui generis. Connery era um modelo, quase sem experiência de representação, calvo e não tem olhos azuis. Assim que viu a foto, Fleming reprovou-o de imediato, no entanto, Connery tinha um contacto na produtora de Broccoli, que o avisou antes do casting de que ele estava, à partida descartado. Connery, inteligentemente, percebeu que reprovando pelo aspecto físico, teria de convencer pela atitude. Desse modo, chegou mais cedo ao casting, entrou no gabinete onde estavam o produtor e o escritor, sem bater, flirtou flagrantemente com a assistente de Borccoli, sentou-se sem pedir licença, cruzou as pernas sobre a secretária, puxou de um cigarro e encarou os dois com uma cara de gozo. Esta atitude deu-lhe o papel. Mas como estava a dizer (perdoe-me, mas sempre que o assunto é Bond, perco-me) antes de morrer, Fleming pediu a Broccoli que lhe prometesse que Bond seria sempre interpretado por actor britânico, ou originário de um país do império. Daí, dificilmente um americano o interpretar. E ser bonito, não é uma obrigação, pois Bond não é bonito, será até bastante rude de feições e de feitio. A mulher de Fleming dizia que Bond era um macho latino em versão inglesa.
Homens “feios” podem ser extremamente sexys e tornarem-se mais “bonitos” do que um carinha laroca. Chuck, presumo qye como homem, estas coisas lhe oassem ao lado.
Pois presume mal. Sou perfeitamente capaz de identificar um homem bonito de um feio, um charmoso de um não charmoso, um sexy de im não sexy. Consigo e consegue qualquer homem normal, a diferença é que eu assumo que consigo. Não tenho aquilo típico preconceito de que os homens não conseguem avaliar outros homens. É um preconceito do homem e pelos vistos não é exclusivo, tendo em conta o seu juízo de valor. Mas é um juízo de valor natural, pois habituamo-nos a pensar que é normal os homens não conseguirem avaliar outros homens. Isso é coisa de maricas, é o argumento mais comum. A única questão é que eu poderei confundir a pinta de um homem, com o ser sexy. Provavelmente a mulher consegue ver sensualidade num homem, que eu não consigo, mas isso é normal, pois eu não tenho o click sexual. Mas consigo determinar que a ou b tem uma pinta do caraças. Que gostava de ter aquele estilo. Falou em Idris Elba e falou bem. Tem uma pinta monstruosa.
Muito me conta, não sabia nada disso Nunca li os livros de Ian Flemming. Vi bastantes filmes do Bond, mas acho que nunca repeti nenhum. Não é bem o meu género e confesso que, quanto mais os anos passam, menos me interessam. Mas gostei muito do Brosnan. Com o Craig, só vi o primeiro. Com isto, não estou a criticar quem gosta, Bond é um culto que muito respeito.
Na verdade, na minha família até há uma história relacionada com o “Goldfinger”, filme que o meu pai viu, num cinema do Porto, a 1 de Setembro de 1966, com o sogro, meu avô. Quando chegaram a casa, o meu irmão tinha nascido (em casa dos meus avós). Nada o fazia prever, quando eles saíram para ir ao cinema.
O problema de Elba não é a idade, porque parece muito mais novo do que realmente é. O problema de Elba é que não tem nada a haver com a personagem fisicamente. Era a mesma coisa que escolherem o Brad Pitt para interpretar Shaft, ou o Benedict Cumberbatch para interpretar o Black Panther, em vez do Dr. Strange. Há um rapaz muito interessante para rejuvenescer a série. Chama-se Tom Ellis e é o protagonista da série Lucifer. Penso que a evolução natural será passar de um Bond duro, para um Bond mais subtil, mais mordaz, com um humor mais refinado. Mais ao menos como fizeram com a transição entre Sean Connery e Roger Moore (George Lazemby não conta para o totobola). Daí Ellis ser um nome a ter em conta. Na série Lucifer tem um interpretação genial, sedutor, charmoso, com um sentido de humor certeiro, que naquele sotaque british fica mesmo bem. E é britânico, o que é uma exigência… ok ok Lazemby era australiano, mas faz parte da commonwealth… e como não conta para o totobola, não interessa nada.
Tenho a impressão que o Ellis não tem os olhos azuis e é de todos os actores aqui referidos o maus alto, Chuck
E tem toda a razão, mas como cheguei a dizer, o facto de não haver uma descrição exata de Bond, permite que o actor escolhido não obedeça a um critério físico pré-definido. Mas afinal gosta do Tom Ellis ou não? Imagina-o no papel?
Cristina, o Pierce Brosnan também ficaria aqui muito bem… 🌻 Maria
Hum…e achas que algum deles te quereria convencer fosse para o que fosse? E tu alguma vez viste algum filme do james bond ou seja do que for? Anda,acaba la de ouvir esse cd do quim barreiros e vai.te deitar logo de seguida,sabes muito bem que amanhã tens que te levantar ás 5 da manha para não chegares atrasada á industria de panificacão como fizeste a semana passada e seres despedida e acabares a lavar escadas na sede do bloco de esquerda…
Tem alguma coisa contra quem trabalha na indústria de panificação e lava escadas na sede do Bloco?
Sente orgulho na sua profissão e tem todo o direito.Portugal é um país de panificadores,ser patriota só lhe fica bem. Vejo que tem acesso aos ficheiros secretos do BE que tambem é um partido patriota panificante,pagam bem aos funcionarios?
realmente os gostos são tão diferentes não acho piada nenhuma.
Admito que seja bom actor, vi poucos filmes com ele e não gostei da série em que encarna o detective Sherlock Holmes que parece ter sido muito aplaudida. A imagem também não me seduz.Mas acredito que seja uma pessoa interessante e multifacetada.
Óptima escolha! Sou fã do seu trabalho desde os tempos de “Sherlock” e acho-o muito charmoso. Para quem não o acha “handsome”, talvez este vídeo ajude (ou não)
Always! Adorei vê-lo no Sherlock e mais ainda em Parade’s End, uma mini serie de 2014 ou assim. Acho que passou na RTP2. Dp passou a fazer cenas mto blockbuster…
Não ligando muito ao “good looking” do Benedict, é neste momento um dos meus actores favoritos. E desde que descobri que a Netflix tem o Sherlock completo incluindo as temporadas que não passaram em Portugal, sou certamente um ser humano melhor (se não fosse a pandemia…).
Aprovadíssimo Cristina.
Nota máxima, entrada directa para o meu pódio.
Excelente, excelente actor, e até canta umas coisinhas: experimente vê-lo a acompanhar o David Gilmour no Comfortably Numb.
🌻
Maria
Olá, Maria
Não sabia que ele também canta.
Por acaso, hoje o canal alemão TELE 5 vai transmitir um filme com ele, “The Child in Time”, e, na revista televisiva que costumo comprar, há um pequeno apontamento, descrevendo-o como multi-talento. Não refere, porém, essa sua faceta. Tenho de ir pesquisar.
Então e eu!!!???
Anónimos há muitos, caro Anónimo
Subscrevo. Fiquei fã desde The Imitation Game e faz um excelente Dr. Strange, o que para esta velha comics addict é fantástico.
O comentário é de “moi”… de vez em quando acontece, peço desculpa.
Eu também gostei de vê-lo no Sherlock, inovou, criou uma personagem diferente; se fosse para copiar os actores anteriores não valeria a pena, penso eu.
Dulce, não me diga que também é fã do Corto…
🌻
Maria
É verdade Maria, foge ao estereótipo. Talvez por isso não o tenha realmente interiorizado, se bem que quando revisitei a série e as temporadas, tivesse gostado mais .
Este Benedito é um pouco desenxabido,nem com um raminho de salsa me faz feliz.
Carlos Lobo
Concordo… excelente actor… mas para always handsome, não me convence.
Por exemplo, para fazer de sedutor, acho que não era muito adequado.
Imagino-o na pele do verdadeiro sedutor inglês, James Bond… e chego à conclusão de que nem pensar.
Caro Chuck, o único James Bond que me conseguiria convencer de alguma coisa seria o Pierce Brosnan. Os outros não me levavam longe, embora reconheça o charme de Roger Moore e de Sean Connery e o excelente actor que é este último.
Não sei se já leu algum livro de Bond, mas dos originais, escritos por Ian Fleming.
Eu sou um fanzérrimo de Bond, desde criança. Devorei os filmes todos, os livros todos, escritos pelo original, ou pelos seguidores. Documentários, opiniões, making of… enfim.
E na minha opinião, este não consegue ser Bond.
O actual consegue sê-lo na personalidade. Provavelmente o mais próximo da personagem literária, no entanto fisicamente, não tem nada a haver.
Fisicamente, aquele que mais próximo é do verdadeiro, é Timothy Dalton.
Gosta desse?
Também não era mau
O Timothy Dalton não tem “cara” de Bond. O que mais se aproxima dos livros é o Roger Moore com cabelo escuro.
Eu não dava um chavo pelo Craig, que não “faz” o Bond que nós lemos, é muito mais dark ( espero não ser mal interpretada!!) E fisicamente está a milhas, mas gostei das suas interpretações. É um Bond with a twist, vá lá.
Diz-se que o próximo poderá ser o Idris Elba… enfim… tudo o que posso dizer é que já não tem idade para essas coisas.
Permita-me discordar.
Apesar de em nenhum livro surgir, preto no branco, uma descrição física de Bond, os leitores mais ávidos acabam por ir construindo uma imagem mental da fisionomia do agente secreto, ao longo da saga.
Daí a possibilidade de no cinema ele poder ser interpretado por inúmeros actores, todos diferentes entre si fisicamente.
Então pelo que vamos adquirindo ao longo das leituras, percebemos que Bond é um indivíduo com não mais de 1m80, Moore era enorme, robusto, nem magro, nem gordo, Moore era magro de mais, tinha cabelo negro, Moore é loiro, ostentava um peito peludo, Moore era careca nessa área corpo e não era muito bonito, Moore era demasiado bonitinho.
Então agora, depois desta descrição ainda mantém a mesma opinião? Imagine o Timothy Dalton e veja se não cola na perfeição?
A única coisa comum aos três é a cor dos olhos, Bond tem olhos azuis.
Odiei o Living Daylights. Condiciona muito a escolha do Dalton, talvez. Só se salvou a música.
Quanto a mim, a descrição sempre assentou que nem uma luva no Sean Connery, excepto não ter os olhos azuis. Mas acho que o Roger Moore foi o único com aquela fleuma tão característica do agente de Sua Magestade. É o primeiro a vir à ideia à menção de James Bond. Reler Fleming presentemente, é dar a Bond a cara de Moore. Roger!
Sim, de facto não teve muita sorte com os argumentos dos seus dois filmes. Mas é um excelente actor. Com excelente reputação nos palcos londrinos. Talvez o melhor actor de todos os que interpretaram Bond, até ao actual, talvez.
Mas por outro lado, Lazemby teve um dos melhores, se não o melhor argumento dos filmes de Bond até hoje e nunca agarrou o papel, nem os fãs.
Eu comecei a ver Bond com Moore e por isso, também é a primeira face que me vem à cabeça, quando falam sobre o espião.
Mas depois de ler os livros, acabei a achar que fisicamente, e apenas fisicamente, Dalton é o mais próximo.
E sim, tem razão… uma das melhores músicas de Bond… e dos anos 80
Por falar na «fleuma característica do agente de Sua Majestade» – antes de Craig, Moore fora o único inglês a interpretar o papel. À excepção de Lazenby que, como dito pelo Chuck, era australiano, os outros eram britânicos, mas não ingleses: Connery é escocês e Dalton galês. Brosnan é aliás irlandês e não pertence ao Reino Unido, não sei se gosta que o intitulem de britânico…
Roger Moore não era um actor excelente, mas tinha de facto essa fleuma e foi também o primeiro Bond que conheci.
Recentemente sugeri ao Pedro Correia a criação de uma Belles Toujours, sobre a mais bonitas Bond girls.
Agora sugiro à Cristina um Always Handsome, sobre o mais bonito Bond de sempre.
Sobre a nacionalidade do actor que o interpreta, a escolha é sempre feita de acordo com um pedido de Ian Flemming a Albert Broccoli, o produtor dos filmes.
Enquanto era vivo, era o próprio Ian Fleming que escolhia os actores.
A escolha de Connery foi bastante sui generis. Connery era um modelo, quase sem experiência de representação, calvo e não tem olhos azuis.
Assim que viu a foto, Fleming reprovou-o de imediato, no entanto, Connery tinha um contacto na produtora de Broccoli, que o avisou antes do casting de que ele estava, à partida descartado.
Connery, inteligentemente, percebeu que reprovando pelo aspecto físico, teria de convencer pela atitude.
Desse modo, chegou mais cedo ao casting, entrou no gabinete onde estavam o produtor e o escritor, sem bater, flirtou flagrantemente com a assistente de Borccoli, sentou-se sem pedir licença, cruzou as pernas sobre a secretária, puxou de um cigarro e encarou os dois com uma cara de gozo.
Esta atitude deu-lhe o papel.
Mas como estava a dizer (perdoe-me, mas sempre que o assunto é Bond, perco-me) antes de morrer, Fleming pediu a Broccoli que lhe prometesse que Bond seria sempre interpretado por actor britânico, ou originário de um país do império.
Daí, dificilmente um americano o interpretar.
E ser bonito, não é uma obrigação, pois Bond não é bonito, será até bastante rude de feições e de feitio. A mulher de Fleming dizia que Bond era um macho latino em versão inglesa.
Homens “feios” podem ser extremamente sexys e tornarem-se mais “bonitos” do que um carinha laroca.
Chuck, presumo qye como homem, estas coisas lhe oassem ao lado.
Pois presume mal. Sou perfeitamente capaz de identificar um homem bonito de um feio, um charmoso de um não charmoso, um sexy de im não sexy.
Consigo e consegue qualquer homem normal, a diferença é que eu assumo que consigo. Não tenho aquilo típico preconceito de que os homens não conseguem avaliar outros homens. É um preconceito do homem e pelos vistos não é exclusivo, tendo em conta o seu juízo de valor. Mas é um juízo de valor natural, pois habituamo-nos a pensar que é normal os homens não conseguirem avaliar outros homens. Isso é coisa de maricas, é o argumento mais comum.
A única questão é que eu poderei confundir a pinta de um homem, com o ser sexy. Provavelmente a mulher consegue ver sensualidade num homem, que eu não consigo, mas isso é normal, pois eu não tenho o click sexual.
Mas consigo determinar que a ou b tem uma pinta do caraças. Que gostava de ter aquele estilo.
Falou em Idris Elba e falou bem. Tem uma pinta monstruosa.
Muito me conta, não sabia nada disso
Nunca li os livros de Ian Flemming. Vi bastantes filmes do Bond, mas acho que nunca repeti nenhum. Não é bem o meu género e confesso que, quanto mais os anos passam, menos me interessam. Mas gostei muito do Brosnan. Com o Craig, só vi o primeiro. Com isto, não estou a criticar quem gosta, Bond é um culto que muito respeito.
Na verdade, na minha família até há uma história relacionada com o “Goldfinger”, filme que o meu pai viu, num cinema do Porto, a 1 de Setembro de 1966, com o sogro, meu avô. Quando chegaram a casa, o meu irmão tinha nascido (em casa dos meus avós). Nada o fazia prever, quando eles saíram para ir ao cinema.

O problema de Elba não é a idade, porque parece muito mais novo do que realmente é.
O problema de Elba é que não tem nada a haver com a personagem fisicamente. Era a mesma coisa que escolherem o Brad Pitt para interpretar Shaft, ou o Benedict Cumberbatch para interpretar o Black Panther, em vez do Dr. Strange.
Há um rapaz muito interessante para rejuvenescer a série. Chama-se Tom Ellis e é o protagonista da série Lucifer.
Penso que a evolução natural será passar de um Bond duro, para um Bond mais subtil, mais mordaz, com um humor mais refinado. Mais ao menos como fizeram com a transição entre Sean Connery e Roger Moore (George Lazemby não conta para o totobola).
Daí Ellis ser um nome a ter em conta.
Na série Lucifer tem um interpretação genial, sedutor, charmoso, com um sentido de humor certeiro, que naquele sotaque british fica mesmo bem.
E é britânico, o que é uma exigência… ok ok Lazemby era australiano, mas faz parte da commonwealth… e como não conta para o totobola, não interessa nada.
Tenho a impressão que o Ellis não tem os olhos azuis e é de todos os actores aqui referidos o maus alto, Chuck
E tem toda a razão, mas como cheguei a dizer, o facto de não haver uma descrição exata de Bond, permite que o actor escolhido não obedeça a um critério físico pré-definido.
Mas afinal gosta do Tom Ellis ou não? Imagina-o no papel?
Cristina, o Pierce Brosnan também ficaria aqui muito bem…
🌻
Maria
Hum…e achas que algum deles te quereria convencer fosse para o que fosse? E tu alguma vez viste algum filme do james bond ou seja do que for? Anda,acaba la de ouvir esse cd do quim barreiros e vai.te deitar logo de seguida,sabes muito bem que amanhã tens que te levantar ás 5 da manha para não chegares atrasada á industria de panificacão como fizeste a semana passada e seres despedida e acabares a lavar escadas na sede do bloco de esquerda…
Tem alguma coisa contra quem trabalha na indústria de panificação e lava escadas na sede do Bloco?
Sente orgulho na sua profissão e tem todo o direito.Portugal é um país de panificadores,ser patriota só lhe fica bem. Vejo que tem acesso aos ficheiros secretos do BE que tambem é um partido patriota panificante,pagam bem aos funcionarios?
realmente os gostos são tão diferentes
não acho piada nenhuma.
Aprovadíssimo, uma carinha laroca

Dno
Admito que seja bom actor, vi poucos filmes com ele e não gostei da série em que encarna o detective Sherlock Holmes que parece ter sido muito aplaudida. A imagem também não me seduz.Mas acredito que seja uma pessoa interessante e multifacetada.
Óptima escolha!
Sou fã do seu trabalho desde os tempos de “Sherlock” e acho-o muito charmoso.
Para quem não o acha “handsome”, talvez este vídeo ajude (ou não)
https://www.youtube.com/watch?v=QPKZg0wn L7U
Um Must, em elegância, ironia, humor, acutilância.
Não “faz” o meu estilo, yet, he has that “thing” 🙂
Always! Adorei vê-lo no Sherlock e mais ainda em Parade’s End, uma mini serie de 2014 ou assim. Acho que passou na RTP2. Dp passou a fazer cenas mto blockbuster…
Não ligando muito ao “good looking” do Benedict, é neste momento um dos meus actores favoritos. E desde que descobri que a Netflix tem o Sherlock completo incluindo as temporadas que não passaram em Portugal, sou certamente um ser humano melhor (se não fosse a pandemia…).