Altius, fortius, pulcherrimus?


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Não é apenas por ter  uma costela tripeira que exulto com a distinção atribuída  pelo  Times à Casa da Música. É também porque sempre gostei da sua arquitectura e do seu espaço interior. Admito que talvez merecesse mais espaço para respirar, mas sempre considerei as críticas à  Casa da Música  um bocado absurdas. 

O Times  classificou o projecto  como “louco, perverso, mas brilhante”  e por isso escolheu a  Casa da Música como um dos cinco edifícios da década.

Boa notícia numa altura em que se tecem tantas loas a outro tipo de construções bem mais megalómanas e susceptíveis de provocar divagações um pouco perversas…

6 comentários em “Altius, fortius, pulcherrimus?”

  1. Tive o privilégio de lá actuar num projecto de musica familiar há cerca de 3 anos (www.samp.pt) e também visitei todo o edificio, brilante mesmo.Para quem pensa que a cultura é fundamental no desenvolvimento de um povo nunca pode estar contra um edificio destes.Pena as derrapagens financeiras e as politiquices na sua gestão…mas isso são outras conversas

  2. Sempre gostei da Casa da Música, mas continuo a achar que merecia e precisava de mais espaço de implantação. Não acho que o projecto seja louco nem perverso, como o Times. Mas também o acho brilhante.

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