Os nórdicos parecem especialistas nos extremos: têm bandas de heavy aos pontapés (por vezes literalmente) mas também debitam paletes de intérpretes pop. A Big Fox sueca Charlotta Perers (ei, foi ela quem escolheu o nome) é mais um óptimo exemplo de pop elegante e despretensiosa.
Informação importante (ou talvez mesmo muito importante)
Como, a avaliar pelo número total de comentadores registado até ao momento (três, se descontarmos um pertencente à casa), esta série de posts está a suscitar um interesse fora do comum, decidi que terá vinte e cinco entradas em vez das vinte inicialmente previstas. Quaisquer reclamações devem ser enviadas para a gerência (i.e., Pedro Correia ou Ana Vidal) através de correio electrónico, sendo apenas consideradas as que incluírem nome, morada, número de telefone e duas fotos do(a) reclamante, uma das quais de corpo inteiro.

Eu estou a adorar. Talvez uma maioria silenciosa também.
Eia, obrigado.
As maiorias silenciosas ainda hão-de dominar o mundo. Em vez das maiorias ruidosas ou das minorias silenciosas.
Aposto que há uma maioria silenciosa a gostas desta série de posts. Eu, aliás, só comentei depois de, neste post, ter referido o número total de comentadores. Para que não passasse a ideia que a falta de comentadores fosse sinónimo de falta de interesse.
Não sei se as maiorias silenciosas chegarão a dominar o mundo, mas que existem, existem!
Fazes muito bem em prolongar a série, JAA.
Sabes que os prolongamentos são usados nos empates… E ninguém gosta de empatas.
YEEEEEEAAAAAH!
Fico na expectativa de, aqui até ao fim, esta série sucessiva de posts vá “sofrendo” aumentos sucessivos.
Obrigadíssimo mas não pde ser. Com um título começado por “ainda 2013” faz-me até alguma impressão que já vá terminar no dia 1 de Fevereiro de 2014 (se não me enganei nas contas).
Obviamente, “pode”. Quando é que começo a usar o botãozinho de “verificar otrogafia”, caramba?
Entendo. Queria com isso mostrar o quanto gosto desta série de posts.
E, se me permite a provocação, poderia dizer que esse título não seria impeditivo de continuar a série tendo em conta que – na situação do país – “ainda 2013” vai implicar tanto na nossa vida até sabe-se lá que ano. 🙂
Apreciarei a série enquanto durar, mesmo que nem sempre comente.