9 comentários em “Agradecimento.”

  1. Creio que faz muito bem em juntar a sua voz ás denúncias desta pouca vergonha.
    E designo assim para não ser mal educado. O meu ponto aqui é, onde está legitimada esta monstruosa “revolução de buracos” levada a efeito por Medina e o seu lugar tenente? Foi aprovado em programa eleitoral? Foi aprovado em sessão de Assembleia Municipal? Foi discutido publicamente?
    Dê-se ao trabalho de investigar o estoiro da canalização perto do Campo Pequeno, e falar com os moradores da zona, para saber que isto era esperado, e porquê.
    António Cabral

    1. Ainda ontem ouvi uma palestra de uma entendida na matéria sobre isso. Por razões que se desconhecem, o solo em Lisboa está a abater (descer de nível), mas de forma diferenciada pela cidade. Desce mais numa região cujo limite está, precisamente, no Campo Pequeno. O facto de o solo abater mais numa região do que na região vizinha causa distorções que podem facilmente levar ao rompimento de canalizações. Não estou a dizer que foi isso que ocorreu, mas pode ter sido. E a culpa não seria, então, de ninguém.

      1. É verdade camarada Lavoura

        Hora estás de cócoras, hora estás de costas viradas para cima, ás vezes em pé!

        A culpa foi da parteira!

        1. No seu caso a culpa foi mesmo da parteira.
          Deixou apertar demais a moleirinha, por isso as suas ideias saem muito distorcidas.
          Acontece a muita boa gente.

        2. (A minha resposta anterior era para o senhor am). Aqui vai de novo:
          No seu caso, a culpa foi mesmo da parteira.
          Deixou apertarem-lhe demais a moleirinha, por isso as suas ideias saem muito distorcidas.
          Acontece a muita boa gente.

  2. Não, a indústria de helicópteros é que agradece.

    E a confederação dos trolhas lisbonenses.

    E os editores de livros de anedotas.

  3. Estas obras e a tradução do vídeo merecem uma reflexão à escala dos grandes da literatura clássica.

    Se fosse elemento da oposição a Medina também estaria, como dizer, (bip) com as obras. Puta vida (sem bip), onde já se viu a pouco tempo das eleições aparecer um empreendedor tal que não só da trabalho a trolhas e não trolhas como também se propõe a lavar a cara da cidade e a melhorá-la?

    Claro está que esta merda (sem bip) foi planeada para arrasar o discurso dos “velhinhos” (bip bip) de quem levanta a crista em seu favor. Os opositores estão melodramaticamente, como direi, estou a pensar em f****** (bipinho), mas isto não se pode escrever, exauridos por lhes faltar argumentação que contrarie este Marquês da era moderna, o Medina (uhuh uhuh uhuh fora com o gajo!, fora com o gajo! uhuh uhuh) que transforma a cidade de Olisipos (felicitas) numa Meca (bip bip bip, bipão, boooooooop).

    Os automobilizados, tractoristas da era moderna que lavram o sustento seu e dos seus pelas ruas da amargura, compreendendo que as putas (sem biiiiiiip) das obras são factor fundamental do progresso, que se traduz na redução de sua esperança de vida e consequente diminuição de encargos futuros para os ditos contribuintes, estão felicíssimos em mostrar as também putas (sem bip nem bipinho e nem bipão) das crateras à Comissão Europeia, oferecendo-lhes a clara indicação que se começarem a fecundar (bip relativo com algoritmo instruindo o sistema binário, decimal e hexadecimal a diminuir a intensidade do mesmo) o povão com obstáculos à aprovação do OE2017 existirá espaço mais que suficiente para nelas os acolher.

    Dito isto, torna-se por demais evidente que o, como direi, estava a pensar em ca***** (bip bop), mas isto não se pode escrever, aguilhão do vídeo e da tradução do vídeo está aí para, fingindo que não, promover o espírito empreendedor do Medina.

    Nota: reconhecidamente, este comentário reflecte um estilo literário cuidado e traduz a nobre vontade do autor em despertar os sentidos de seus leitores para o classicismo.

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