Esta foto é especial para o João Carvalho, pelas magníficas fotos que aqui deixou do Alfa 8-C.
Estreado em 1954 no Grande Prémio da Argentina, por Juan Manuel Fangio, o Maserati 250-F venceu essa prova e a da Bélgica. Depois, guiado por Stirling Moss, venceu em Itália e no Mónaco em 1956. E em 1957 voltou a sair vitorioso na Argentina, no Mónaco, em França e na Alemanha. Foi conduzido por Maria Teresa de Filippis até 1960. No total foram 8 vitórias, 8 pole positions e 10 voltas mais rápidas. Não é todos os dias que um campeão do mundo passa por aqui.


Obrigado, Sérgio. Interessante detalhe do 250F, um Maserati de enorme sucesso dos anos 50, conduzido por homens inesquecíveis, como Fangio e Moss, e pela primeira das cinco mulheres que alcançaram a Fórmula 1, Maria Teresa de Filippis (uma napolitana que conta actualmente uns belos 83 anos).
O seu blog com muita suavidade! Você faz uma grande sorte boa!
Este tem andado a comer galinha transgénica, só pode. Não tarda nada começa a cair-lhe o cabelo.
Andei a minha vida toda a ouvir dizer que a dimensão e o tamanho não contam ou teriam pouca importância, mas verifico que não é o caso do pen.
Pen de tinta permanente era outra coisa. Agora armam-se muito e, afinal, só lá vão com recargas.
Apesar de só agora aqui ter chegado, ainda venho a tempo de dar uma voltinha no Maserati. Este, vi-o no Circuito Histórico da Boavista em 2007 e, provavelmente, também já em finais de ’50 no mesmo circuito, pilotado pelo inesquecível Jean Behra, quando era ainda muito miúdo e pensava ainda que todos os “rossos” eram Ferraris.
Tu e eu. Lá estávamos os dois, quando nos Verões ainda havia Verão.
O blog é muito interessante, se você deseja estender o acordo para além das fronteiras nacionais, por que não tentar escrever alguns comentários em Inglês?
Okay.