De vez em quando tenho de partir. Para manter a sanidade. E poder esquecer-me dos problemas que o Cardozo e o Roberto criam ao Jesus, do sofrimento das quatro cadelas de Pedro Passos Coelho – enfiadas num apartamento em Massamá -, dos dislates que transitam para o “sector público” do camarada Lello – mais um “infoexcluído” por falta de domínio de uma ferramenta tão simples e imprescindível como um “Blackberry” -, da chatice que é não terem convidado D. Duarte de Bragança para a boda do “Wills” e da “Kate” ou das dificuldades com que o prof. Leite Campos se teria de confrontar para pagar a conta do supermercado se prescindisse, numa altura de tantos sacríficios, da reformazita que recebe pelos seis anos no Banco de Portugal e que todos os meses vai parar à conta dele a partir do bolso de todos nós.
De vez em quando é preciso pensar longe. Ver a partir de uma outra perspectiva. Para que possamos sentir que ainda somos parte do que está perto.
Nos próximos dias vou percorrer a Anatólia Central. E ler Gonçalo M. Tavares num ambiente adequado. Pode ser que quando regressar tenha a sorte de encontrar um país mais sensato.


Oxalá encontre, bem de todos nós. Boa viagem
As ausências, neste momento, confundem-se com fugas… Mas está bem…só que não demore, pois corre o risco de não reconhecer a terra de onde partiu…
Se for através da Pacha Tours é escusado desejar-lhe boa viagem.
Boa viagem, Sérgio.
Pode ser, mas traz uma cadeira de lá, Sérgio. Boa viagem.
Boa viagem, Sérgio. Aproveita bem e vê lá não encontres a Primeira Dama, ao que parece ela gosta muito da Capadócia 😉
Boa viagem, Sérgio e aproveite para se esquecer disto tudo.