Em geometria a recta é um caso particular da curva .
Em política não faço a mais pequena ideia se alguma vez se consegue rectificar seja o que fôr , quanto muito talvez se consiga pôr menos curvo (leia-se tôrto).
Governar é rectificar. Onde? Cá não se rectifica, explora-se o outro. Governar um povo, uma nação, é dar o melhor de si, investir em ideias e actos que possam dar uma vida condigna aos seus concidadãos e rectificar o que está mal. Sim, o que está mal porque está tudo mal. Um governo tem de existir para servir o seu povo e não o povo para servir o governo.
Uma curva de vez em quando sempre faz falta.
O que seria das rectas sem as curvas?
Ó Pedro, não é cá, seguramente!
Quando não se rectifica… desgoverna-se.
Com governos de ratos é mais ratificar… que o queijo é importado e faz bem à ausência de memória.
O pior é se há importação de gatos.
… pior para os ratos. Engatado já está tudo.
Em geometria a recta é um caso particular da curva .
Em política não faço a mais pequena ideia se alguma vez se consegue rectificar seja o que fôr , quanto muito talvez se consiga pôr menos curvo (leia-se tôrto).
Apesar de tudo, continuo a achar que há excesso de rectas e faltam curvas na política.
Governar é rectificar. Onde? Cá não se rectifica, explora-se o outro. Governar um povo, uma nação, é dar o melhor de si, investir em ideias e actos que possam dar uma vida condigna aos seus concidadãos e rectificar o que está mal. Sim, o que está mal porque está tudo mal. Um governo tem de existir para servir o seu povo e não o povo para servir o governo.
Rectifica-se, por exemplo, quando o Tribunal Constitucional a isso obriga.