Esta subscrevo. Por isso me parece bem renegociar a dívida e sair do Euro. Ou pelo menos confrontar os nossos “parceiros” financeiros com essa séria possibilidade. Claro que a morte é o mais inevitável que há, e por defeito quer-se o mais distante possível. Portanto há nuances.
Sem particularizar, uma das coisas que me deixam mais perplexo é verificar o absurdo dispêndio de energias de alguns políticos apostados em travar o inevitável.
Esta subscrevo. Por isso me parece bem renegociar a dívida e sair do Euro. Ou pelo menos confrontar os nossos “parceiros” financeiros com essa séria possibilidade.
Claro que a morte é o mais inevitável que há, e por defeito quer-se o mais distante possível. Portanto há nuances.
Sem particularizar, uma das coisas que me deixam mais perplexo é verificar o absurdo dispêndio de energias de alguns políticos apostados em travar o inevitável.
Ou seja, quer dar mais poder aos políticos.