Ora aí está uma vela com mais sorte do que a que tiveram a pequena Alexandra e a pequena Esmeralda, que não foram adoptadas nem tiveram direito a condecoração presidencial.
Ora aí está uma vela com mais sorte do que a que tiveram a pequena Alexandra e a pequena Esmeralda, que não foram adoptadas nem tiveram direito a condecoração presidencial.
Isto não há nada como “adoptar” uma velinha para se ter direito a uma condecoraçãozinha, não é?
Pois é, Luís, “adoptar” velas dá menos trabalhos do que “adaptar” crianças. 🙂
É claro que sim, Ana, até porque as crianças “inadaptadas”, só merecem é ser “inadoptadas”… ;-D